quarta-feira, 26 de junho de 2013

PSICOSSOMÁTICA

Os espíritos reencarnantes, carentes e necessitados de reconstrução e reequilíbrio, podem apresentar variações em seus respectivos tipos psicológicos, em faixas consideradas normais ou patológicas.

Sabemos que o nosso planeta alberga a maioria de indivíduos em processo de expiação; em breve se elevará a fim de conquistar a faixa regenerativa.

Nos tempos atuais, por serem momentos de transição, as reações cármicas se mostram mais ativas e acentuadas, porquanto mais ativa e acentuada é a exigente lei de equilíbrio da vida.

As reações cármicas tornaram-se mais bem compreendidas quando as doenças chamadas psicossomáticas foram alertadas pela ciência. Esta compreendeu a importância das forças psíquicas refletidas no arcabouço material.



Dr. Jorge Andrea



Fonte: do livro "Visão Espírita nas Distonias Mentais"
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

EM TI MESMO

“Tens fé? Tem-na em ti mesmo, diante de Deus.” — Paulo. (ROMANOS, cap. 14, vers. 22)

No mecanismo das realizações diárias, não é possível esquecer a criatura aquela expressão de confiança em si mesma, e que deve manter na esfera das obrigações que tem de cumprir à face de Deus.

Os que vivem na certeza das promessas divinas são os que guardam a fé no poder relativo que lhes foi confiado e, aumentando-o pelo próprio esforço, prosseguem nas edificações definitivas, com vistas à eternidade.

Os que, no entanto, permanecem desalentados quanto às suas possibilidades, esperando em promessas humanas, dão a ideia de fragmentos de cortiça, sem finalidade própria, ao sabor das águas, sem roteiro e sem ancoradouro.

Naturalmente, ninguém poderá viver na Terra sem confiar em alguém de seu círculo mais próximo; mas, a afeição, o laço amigo, o calor das dedicações elevadas não podem excluir a confiança em si mesmo, diante do Criador.

Na esfera de cada criatura, Deus pode tudo; não dispensa, porém, a cooperação, a vontade e a confiança do filho para realizar. Um pai que fizesse, mecanicamente, o quadro de felicidades dos seus descendentes, exterminaria, em cada um, as faculdades mais brilhantes.

Por que te manterás indeciso, se o Senhor te conferiu este ou aquele trabalho justo? Faze-o retamente, porque se Deus tem confiança em ti para alguma coisa, deves confiar em ti mesmo, diante dEle.



Emmanuel/Francisco Cândido Xavier



Fonte: do Livro "Caminho, Verdade e Vida"
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

DESPERTANDO BÊNÇÃOS A PARTIR DO CAOS

Quando os tempos se tornam realmente duros, é difícil enxergar a Luz.

Mas os kabalistas revelam que, mesmo em nossos momentos mais sombrios, existe uma forma de despertar bênçãos. 

Primeiramente, temos que saber que o Criador é uma força infinita de compartilhar e de amor, e como tal, jamais faria qualquer coisa para nos ferir. Existe uma lei espiritual de que não existe nada que o universo nos envie que não seja para o nosso bem. Com esse conhecimento, percebemos que não existe nada que tenha acontecido ou que possivelmente possa acontecer em nossas vidas que seja “ruim”. Pode não fazer sentido naquele momento, mas no final das contas tudo ocorre para nossa própria proteção ou crescimento.

Poderíamos ficar chateados quando nosso carro não pega e estamos atrasados para o trabalho, mas no panorama mais amplo, talvez o universo esteja nos protegendo de um acidente. Choramos por causa de relacionamentos rompidos, mas e se tudo que aprendemos com aquele relacionamento esteja pavimentando nosso caminho em direção à nossa alma gêmea? 

Até mesmo as coisas verdadeiramente trágicas nos tornam mais fortes, nos aproximam dos outros, nos fornecem ensinamentos ou uma maior apreciação pela própria vida.

O segredo para despertar bênçãos a partir do caos é saber que até mesmo o que parece ser caos, na verdade constitui uma bênção.

Passamos no teste quando temos certeza de que aquilo é para o nosso bem. Não é fácil, mas tente se lembrar no meio da tempestade que de fato ela está criando pastos mais verdejantes.



Rav Yehuda Berg



Fonte: www.kabbalah.com
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

DESEJO DE FAZER O BEM

Querer fazer o bem é uma coisa e fazê-lo realmente é outra. Sim, infelizmente, o desejo de fazer o bem é insuficiente: nós devemos também ser muito lúcidos e honestos para admitir que, crendo que estamos a agir bem, podemos cometer erros. Por isso, devemos estar ainda mais desconfiados em relação a nós mesmos do que em relação aos outros. E também pode acontecer que, agindo bem, se atraia o ódio, as inimizades. Ouve-se muitas vezes as pessoas dizer: «Fazei o bem e colhereis o mal», e é verdade. Mas isso não deve justificar o egoísmo e a recusa de ajudar os outros. Então, qual é a atitude do sábio? Ele faz o bem com conhecimento de causa e, se colher mal de volta, não ficará surpreendido nem triste, pois sabia à partida aquilo a que se expunha. Portanto, aquele que quer fazer o bem deve primeiro estudar honestamente as suas intenções e os meios que utiliza. Depois, deve saber que, mesmo que faça realmente o bem, pode receber o mal como retorno.



Omraam Mikhaël Aïvanhov



Fonte: www.prosveta.com
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal