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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O PREÇO DO PARAÍSO

O medo vem de graça. A coragem tem um custo. O preço da coragem é o medo. 

A quantidade de medo que você está preparado para trocar é a quantidade de coragem que você vai receber em troca.

O medo é moeda, não uma maldição. Nós o utilizamos para comprar coragem.

O egoísmo é moeda. Nós o utilizamos para comprar bondade e compaixão.

Quando houver uma abundância de coragem, bondade e compaixão no mundo, o paraíso chegará.

Todos os traços negativos são a moeda que nos foi dada para comprar a vida e a existência com as quais sonhamos.

O problema é que somos gananciosos. Não queremos trocar o nosso medo por coragem, não queremos trocar o nosso egoísmo por altruísmo.

E assim permanecemos em um mundo de caos, morte e sofrimento.

O preço para a imortalidade?

O ego humano.

Nós preferimos morrer a desistir dele.





Billy Phillips





Fonte: Estudantes de Kabbalah
http://wp.me/p32BQd-gn
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

terça-feira, 20 de maio de 2014

DEBATE - CIÊNCIA E RELIGIÃO (ZOHAR)

A ciência não consegue ver a verdade subjacente à religião e a religião não pode ver a verdade da ciência. E ambas falham lamentavelmente em fornecer um método para erradicar a dor da vida das pessoas simplesmente porque ambas interpretam a Bíblia LITERALMENTE. Os antigos kabalistas, e o Zohar, nos dizem que quem quer que interprete a Bíblia literalmente, seria melhor que tal pessoa nunca tivesse nascido.

Isso é o quanto a Bíblia está longe de entender a realidade e transformá-la - quando interpretada literalmente!

Um cientista nunca interpretaria uma mesa literalmente ao tentar entender a natureza da realidade. O cientista investiga detalhadamente as fibras de madeira, depois mais fundo as moléculas, os átomos, as partículas subatômicas e depois até quebrará essas partículas subatômicas para investigar a raiz da realidade.

Bem, a Bíblia tem um nível subatômico também. É chamado de Zohar.

E o "acelerador de partículas" que tem o poder de explorar os níveis mais profundos da realidade da Bíblia é também o Zohar.

O Zohar é o mais poderoso acelerador de partículas da Terra.

Hoje, a ciência se tornou apenas uma outra forma de religião, expondo todas as características de uma religião organizada; intolerância, arrogância, afirmando ser a dona da verdade, menosprezando aqueles que discordam, ativamente promovendo, pregando e ensinando seus princípios e ideias para atrair a consciência do mundo para o seu lado.

O lado triste e trágico de tudo isso é que o Zohar - o texto antigo que influenciou profundamento Isaac Newton, Wilhelm Leibniz, Hernry More e todos os maiores físicos da revolução científica - tem o poder de reconciliar e unir a ciência e religião e apresentar uma verdade abrangente que absolutamente resolve o caos da vida. Apresenta um plano de jogo  e tecnologia para transformar nosso mundo em uma paz e longevidade autênticas e de mais profunda realização, muito mais do que um cientista ou religioso ousaria imaginar.

Há um jeito de solucionar o debate ciência-religião. Sempre houve. Mas os impulsos egocêntricos, a ganância pelo poder e o incessante anseio por controle sobre os outros, impediram que o Zohar atingisse as pessoas comuns. Sangue tem sido derramado no esforço de impedir que o Zohar atingisse todas as pessoas. Guerras, genocídios, fome, pobreza e até desastres naturais são o resultado.


A COSMOLOGIA DA KABBALAH

O Zohar descreveu a criação do Big Bang há dois mil anos antes da ciência.

O Zohar disse que o universo existe em dez e vinte seis dimensões há vinte seculos, antes dos físicos trazerem a nós a teoria das supercordas.

O Zohar disse que a verdadeira realidade é eterna, sem espaço ou movimento, antes da Teoria da Relatividade de Einstein.

O Zohar disse que o mundo era redondo, com sete continentes e diferentes fusos horários, 1500 anos antes de Colombo (que tinha o Zohar, cortesia de Abraham Zacuto.)

O Zohar explicou a evolução de uma forma tão espetacular que o dignifica e une a ciência à verdadeira religião (não a religião organizada), de modo que deixa você perplexo pela simplicidade e um pouco bobo por ter debatido esse assunto por tanto tempo, quando de fato, não há nenhum debate, uma vez que você compreende o Zohar.

O Zohar disse que "as gorduras ruins" em nossas artérias causam problemas no coração e doenças antes da medicina moderna.

O Zohar disse que a matéria é realmente constituída por energia na forma de "montes de ondas" e que a matéria e as ondas são dois lados da mesma moeda chamada realidade, muito antes das física quântica ter aparecido no cenário da ciência.

O Zohar disse que essas ondas de energia são na verdade compostas por consciência, pensamento, as ondas cerebrais de Deus, provindas da Luz que brilha do Criador.

A Consciência é a raiz de nossa realidade.

Quando os cientistas conseguirem expandir sua consciência ao ponto que esteja livre do ego e interesse próprio, eles estarão prontos para reconciliar, com dignidade, o debate ciência-espiritualidade. Quando os religiosos deixarem cair seu ego e intolerância que resultam da leitura literal da Bíblia, eles serão capazes de ver a verdade assombrosa da ciência e física, e entender que Deus criou o cientista e o religioso, o que significa que há uma mensagem chocante lá esperando para ser desvendada.

É chamado de Zohar.

O Zohar abrange a física e a verdadeira religião (não a religião organizada) e as une como dois lados de uma moeda chamada paraíso.

Se quisermos o paraíso, nós precisamos unir os dois.

O único obstáculo é o ego. Sabe, um cientista ou um religioso não quer a verdade. Pelo menos, não como sua maior prioridade. Primeiro, eles querem carreiras, sucesso, dinheiro, poder, controle, uma propagação dos seus ponto de vista e sistema de crenças. Advinha porquê? Isso é pelo desígnio de Deus. Nós todos fomos criados propositalmente com egos maciços e implacável interesse próprio .

Por quê?

Para que pudéssemos merecer o paraíso que é nosso destino, ganhar a verdade que está na base da ciência e religião. Nós devemos superar nossos preconceitos e egoísmo, nossas opiniões mesquinhas a fim de lutar e trabalhar duro para desvendar a unidade simples que une toda a sabedoria da humanidade. Nós temos que trabalhar muito para remover as camadas da estupidez, corrupção e equívocos literais que existem em ambas áreas.

O Zohar diz que quando a ciência e espiritualidade chegarem juntas, a salvação da humanidade acontecerá. O mundo acabará com a morte, o caos e a guerra, e paz e imortalidade biológica chegarão.

Agora pergunte a si mesmo isso: Quem no mundo da ciência está preparado para encarar a ridicularização dos seus colegas por abrir o Zohar em busca da paz e verdade científica? Quem na religião está disposto a espiar a Kabbalah para encontrar a origem da sua própria religião, seja o Cristianismo, a Torá ou o Islamismo, e encontrar a verdade maior que respeita todas as religiões e comprova a ciência?

Eu recentemente dei uma palestra no centro espacial Kennedy da Nasa. Um físico me interrompeu no final literalmente apavorado com os insights do Zohar sobre a criação e realidade. Eu convidei todos os cientistas e pessoas na palestra para me ligar a qualquer hora para que possamos dividir os ensinamentos do Zohar e proferir a verdade, A Grande Teoria Unificada. 

Além do mais, o Zohar propulsionou a revolução científica do século XVII quando os cientistas da renascença abriram o Zohar.

Wolfgang Pauli estudou Kabbalah no século XX.

Os grandes astrônomos da Idade Média, homens que têm seus nomes dados às crateras na lua, esses eram todos kabalistas que conheciam a sabedoria do Zohar.

Então, por que não de novo em nossos dias?

Até aqui, ninguém aceitou o convite. Obviamente, há mais trabalho para ser feito.

Mas nós estamos tão perto do final. Bem perto.

O Zohar diz que nós devemos unir ciência e espiritualidade e remover a inimizade que existe entre as pessoas, entre inimigos e entre sistemas de crenças.

Todos têm uma parte de verdade, como uma peça de um quebra-cabeça. O Zohar é o mapa que nos mostra como conectar todas essas peças.

Quando fizermos isso, um novo mundo surgirá.





Billy Phillips





Fonte: Estudantes de Kabbalah
http://estudantesdekabbalah.com/2014/04/17/debate-ciencia-e-religiao/
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A VERDADE SOBRE AQUELES PENSAMENTOS NEGATIVOS

Nós não estamos aqui para elevar nossos pensamentos e purificar as nossas mentes.

O Kabalista Isaac Luria é claro a respeito disso.

É pressuposto que os pensamentos maus e negativos chegarão às nossas mentes.

Ao invés de tentarmos purificar a nossa consciência, nós estamos aqui simplesmente para resistir aos pensamentos negativos e mandá-los embora.

Eles não irão deixar de invadir o nosso espaço mental até que a redenção chegue. Então, e somente então, nós iremos purificar os nossos pensamentos e canalizar a Luz do Criador (consciência) através das nossas mentes.

Portanto, abra mão de qualquer culpa que você possa sentir a respeito dos seus pensamentos negativos. É pressuposto que eles nos ataquem.

Apenas não se aproprie deles!

Deixe-os ir embora.

Resista.

E resista à culpa, também.

Cada vez que nós resistimos a uma pensamento negativo e lutamos contra ele, nós injetamos Luz neste mundo.

O problema acontece quando nós nos apropriamos desses pensamentos, pelo fato de termos acreditado que eles nos pertencem.

Eles não nos pertencem.

Eles são impressos em nossas mentes por uma força negativa chamada EGO ou OPONENTE, como explica o Zohar.

O oponente continuará dando seus tiros.

Você precisa continuar a desviar deles.

E saiba que você está mudando o mundo a cada vez que você faz isso.





Billy Phillips





Fonte: Estudantes de Kabbalah
http://estudantesdekabbalah.com/2014/04/19/a-verdade-sobre-aqueles-pensamentos-negativos/
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

sexta-feira, 18 de abril de 2014

3400 ANOS DE ESCRAVIDÃO (OS CÓDIGOS CABALÍSTICOS DE PESSACH/PÁSCOA)

A história tradicional de Pêssach fala de escravidão, exílio e liberdade para os Israelitas que saíram da terra do Egito. Tradicionalmente, essa escravidão tem sido descrita como tendo sido brutalmente difícil e com trabalho duro e chicotadas com muito sangue, suor e lágrimas. Os antigos kabalistas, entretanto, trouxeram LUZ à história, revelando alguns fatos interessantes que foram desconsiderados igualmente por muitos rabinos, sacerdotes, ministros, papas e acadêmicos.

Em um nível literal, a história de Pêssach nos conta que os Israelitas estavam na prisão no Egito por 400 anos. Eles eram escravos e filhos de escravos aprisionados pelo cruel e sem coração Faraó, rei do Egito.

Veio então um grande líder chamado Moisés. Numa missão enviado por Deus, Moisés ganhou a liberdade para o seu povo. Ele então liderou-os numa longa e árdua jornada, incluindo o famoso episódio da travessia do Mar Vermelho. No final, eles chegaram no Monte Sinai onde tiveram um compromisso com o destino.

Mas aqui está a parte interessante: os Israelitas estavam experimentando a liberdade pela primeira vez em séculos e mesmo assim, começaram a reclamar, a se lamentar, sendo ingratos assim que o calor e a temperatura esquentava um pouco no deserto.

Eles até chegaram a implorar a Moisés que os levasse de volta para o Egito! Eles até acusavam Moisés de tentar matá-los.

Será que devemos acreditar que os Israelitas estavam mesmo numa boa no Egito? A vida no deserto era muito pior do que a escravidão no Egito?

Parece que algo aqui não está muito certo. A história literal não faz sentido. Por que então ano após ano nós temos que recontar essa história tão questionável no feriado de Pêssach?

E a escravidão de outros povos através da história? Devemos partir do pressuposto que somente os Israelitas tiveram um período de dureza enquanto a vida era um piquenique, um passeio de lazer no parque e um prazeroso tempo livre na praia para os outros povos?

O grande kabalista conhecido como o Ari (Rav Isaac Luria) viu essas mesmas discrepâncias; ele fez as mesmas perguntas verificando no Zohar Sagrado, um livro que traz Luz para todas as nações e todos os povos. O que se segue são algumas respostas iluminadas do Ari e do Zohar.


REVELANDO O CÓDIGO

O Ari revelou que a história bíblica completa é um código. Egito é uma palavra código para o ego humano. Egito é uma metáfora para a incessante natureza humana de reatividade e autossatisfação. Qualquer aspecto de nossa natureza que nos controla é Egito.

Portanto pare de culpar os antigos Egípcios, Árabes ou Mulçumanos hoje em dia pelos nossos problemas.

Ninguém ou nenhuma outra pessoa é o nosso problema ou o nosso mestre malvado.

É o nosso ego, simples e puramente, que a Bíblia e o Zohar estão se referindo quando estão discutindo sobre “Egito”.

O controle e a influência do ego humano sobre nós é a mais antiga relação de senhor e escravo em toda a Criação. Todos os seres humanos – não apenas os Israelitas – estão escravizados a esta força negativa chamada ego.

O ego é alimentado de duas formas:

1 - Nós o alimentamos. Como? Nossas ações egocêntricas buscam satisfação imediata. Todas as vezes que escutamos e cedemos às tentações do ego, nós recebemos uma gratificação momentânea que nos dá um flash de energia e o ego captura a Luz que nos foi destinada pelo Criador caso tivéssemos resistido ao ego. É assim que funciona o jogo da vida. Portanto, toda vez que reagimos ao ego, nós o fortalecemos e perdemos a energia e a Luz do Criador.

2 - Existe uma força global de escuridão que incita nosso comportamento reativo. Nossos egos individuais também nutrem a força escura global. Essa força global causa terremotos, tsunamis, vírus ebola, pandemia, tufões, e outros desastres “naturais”. O ego individual é o que causa problemas nos negócios, no casamento, na saúde pessoal, no nosso bem estar emocional, e os nossos medos, preocupações e ansiedades. E mais importante, o nosso ego individual é o que causa nossas dúvidas e ceticismo sobre tudo que acabei de escrever. Especialmente a ideia de uma força global de escuridão. É assim que ela existe e continua a existir. A dúvida em nossas mentes é a sua estratégia de sobrevivência.

Ego e a escravidão tomam muitas formas diferentes:

Somos aprisionados pelos aspectos baseados no ego de nossa existência material.

Somos mantidos na escravidão por nossos desejos egocêntricos e reativos.

Somos escravizados pelos nossos incansáveis impulsos.

Somos prisioneiros das percepções que os outros tem de nós.

Somos mantidos presos dos nossos empregos, carreiras, e relacionamentos superficiais.

Somos encarcerados pela necessidade do nosso ego de sermos aceitos pelos outros.

Somos reféns da nossa constante necessidade de sermos melhores do que os nossos amigos.

Nosso ego é o nosso verdadeiro algoz e o ego faz o seu trabalho tão bem que a maioria de nós não percebe que está escravizado.

Nós queremos começar uma dieta mas deixamos para depois. É o ego.

Nós queremos fazer exercícios mas adiamos e continuamos a engordar. É o ego.

Nós queremos parar de fumar, de gritar com os outros, de falar de maneira grosseira e abusiva. Mas não temos força de vontade. É o ego.

Ele nos controla.

A única maneira de ganhar a liberdade de sua superpoderosa influência é no período de Pêssach.

Você  pode negar tudo isso e o seu ego vai amá-lo por isso.

Você pode não acreditar nisso que escrevemos e o ego vai te agradecer e fazer você se sentir mais inteligente do que os demais.

A força global da escuridão fez com que Pêssach se tornasse um feriado tradicional e um período para reunião com a família (onde geralmente nos desentendemos ou brigamos com os nossos familiares), ao invés de ser o mais poderoso instrumento de tecnologia e ferramenta para nos libertar da força da morte. Você consegue imaginar? Estamos cegos em relação ao poder de Pêssach e falamos de negócios ou mantemos a tradição ou ignoramos tudo e ficamos sofrendo, e estamos morrendo por causa disso. Pêssach, quando feito incorretamente sem uma compreensão e sem a tecnologia e as ferramentas da Kabbalah para ativá-lo, se torna uma experiência vazia espiritualmente trazendo zero resultados. Os últimos 2.000 anos de sofrimento global é uma prova disso.

Pêssach não tem feito nada para mudar o mundo.

E esse tempo todo, os segredos do Zohar e de Pêssach estavam escondidos no Zohar.


RESPONSABILIDADE

Enquanto eram escravos no Egito, os Israelitas não eram responsáveis por suas próprias vidas. Eles permaneciam como vítimas. Se o caos acontecia com eles, não tinham que aceitar a culpa. É muito mais fácil ser vítima – um escravo – do que aceitar a responsabilidade pelos problemas da vida.

E nós amamos muito estar como vítimas. É uma delícia e um prazer. Nós conseguimos receber muita energia reclamando e mal dizendo a sorte, nos sentindo péssimos, e sugamos a energia daqueles que nos escutam e simpatizam com a nossa situação. O problema é que a energia que recebemos é temporária. É um passo para frente e dois passos pra trás. Fazemos com que nossa situação piore ainda mais quando reclamamos.

A consciência de vítima foi a verdadeira escravidão no Egito. O êxodo dos Israelitas os levou a uma liberdade genuína e controle de seu próprio destino. Mas quando a liberdade chega, temos que assumir a responsabilidade e isso é muito desconfortável.

Nós detestamos assumir a responsabilidade. Eu sei que detesto. Pressupõe um grande esforço se tornar responsável. A vitimização é como uma cola super bonder. É difícil de tirar quando ela seca e gruda em você.

Esse é o significado espiritual por trás das repentinas reclamações dos Israelitas e seus desejos de retornarem ao Egito. Era muito mais fácil para os Israelitas serem escravos e vítimas e botar a culpa de tudo nos egípcios. Dessa forma os eventos negativos eram simplesmente “além do nosso controle”.

Mas a realidade é esta: nenhum evento está além do nosso controle. Entretanto, nossa natureza reativa nos cega para essa oportunidade de liberdade e do segredo da responsabilidade. Repentinamente somos desafiados a olhar no espelho e assumir a culpa pelo caos e dificuldades que caem sobre nós. E de alguma forma, temos que assumir a responsabilidade pelo resto da dor que existe no mundo também.

Se nós aceitarmos esta responsabilidade (e isso não é fácil), nós podemos então atingir o poder da liberdade genuína e obter o controle sobre o cosmos e colocá-lo na palma da nossa mão.

Quando nos tornamos a causa absoluta dos nossos problemas, nós então somos capazes de nos tornarmos a causa absoluta das nossas soluções.


MAIS CÓDIGOS

Os rituais conectados com Pêssach são cabos, a tecnologia pela qual o cabo de fibra ótica espiritual alcança a nossa vida. É a banda larga da tecnologia para o download da energia intensa de liberdade nas nossas vidas. Vamos examinar o significado interno espiritual por trás dos conceitos mais comuns de Pêssach.


ABSTINÊNCIA DE PÃO

Durante oito dias de Pêssach, o pão é substituído por Matzá.

Provavelmente 95% das pessoas que vemos observar a tradição de Pêssach não tem a mínima ideia sobre a tecnologia genial e o poder que essa simples comida pode trazer. A maioria das pessoas faz gozação com a Matzá e existem piadas incontáveis sobre todo esse período de Pêssach.

Mais uma vez, o ego é o sabotador e mantém a morte, a dor e o sofrimento vivos para o mundo todo e para nós.

Os kabalistas ensinam que o pão é uma ferramenta poderosa, como uma antena que transmite energia espiritual, é por isso que pão é incorporado em todos os rituais de muitas religiões.

A Kabbalah ensina que pão também está relacionado metafisicamente ao ego humano. Assim como o pão tem o poder de expandir e crescer, nosso ego tem a habilidade de crescer e expandir.


PÃO SEM EGO

Matzá é pão sem a consciência do ego. É pão no qual a natureza egoísta foi desligada e erradicada. Ao comer Matzá com a consciência e as meditações kabalísticas apropriadas e a intenção correta, recebemos o poder de desligar e erradicar nosso próprio ego. Dessa maneira podemos nos libertar da escravidão e nos elevarmos para alturas espirituais enormes. Se comermos Matzá porque nossos pais ou avós comeram Matzá e queremos preservar a tradição, tudo que iremos captar são as calorias. Se torna sem sentido e sem valor nutritivo.

Se compreendermos o que ela realmente é, se nos defendermos do nosso ceticismo e nosso cinismo, e captarmos um pedacinho dos mecanismos geniais e os desígnios que embasam a manufatura dessa comida tecnológica, iremos obter o poder de cura, o poder de liberdade e o poder de uma existência absoluta e imortal destruindo a fonte do anjo da morte – o ego global e individual.


VELOCIDADE DA LUZ 

Pão também atrai uma energia imensa para dentro de casa. Por essa razão, nem mesmo uma migalha de pão é permitida durante Pêssach, quando essa infusão de energia atinge intensidades ultra altas. Considere esse exemplo: Você está dirigindo um carro a 30 milhas por hora. Se você abre a janela do carro a mudança na pressão do ar dentro do carro é mínima. Você ainda pode controlar o automóvel sem problema nenhum. Suponha agora que você está num jato 747 voando numa linha aérea. Quer saber? Mesmo a abertura mínima ou uma rachadura minúscula na janela pode colocar o avião em risco e o piloto pode perder o controle e provocar um desastre. Durante Pêssach, nós estamos voando na velocidade da Luz – isso é a intensidade da energia da Luz de liberdade para nós. O ego é tão forte e tão magnânimo em seu poder de influência crua que requer uma infusão de Luz para nos libertar de suas garras, especialmente o ceticismo.

Até mesmo o mínimo pedaço de pão em nosso sistema mandará você e seu sistema reativo de comportamento numa rota de colisão com o caos no ano todo.


AS DEZ PRAGAS

Os cientistas e os kabalistas concordam que a realidade consiste em dez dimensões, cada uma das quais é expressa em sua própria forma espiritual. Em outras palavras, nosso ego e nossos impulsos reativos englobam dez graus de negatividade.

A história bíblica fala das Dez Pragas que aconteceram no Egito. Os antigos kabalistas explicam que isso na verdade significa que dez injeções de energia foram necessárias para apagar os dez níveis de negatividade que se mantinham dentro da nossa natureza humana. Quando os dez níveis foram erradicados, nós alcançamos a liberdade genuína do nosso ego.

Todos os segredos e mistérios por trás dos rituais de Pêssach foram revelados completamente na Hagadá de Pêssach da Kabbalah.


CÓDIGO DO TEMPO   

De acordo com o calendário hebraico, a noite de Pêssach abre uma janela de oportunidade única no Universo. Os portões da prisão são abertos subitamente. Temos a chance de escapar dos nossos medos e de nossas inseguranças.

Esta abertura foi criada há 3.400 anos atrás quando os Israelitas foram libertados da escravidão nessa mesma data.

A liberdade que apareceu no Egito foi com um único propósito – criar um reservatório de energia para as futuras gerações, de forma que nós pudéssemos acessar o poder da liberdade em nossas vidas.

A física moderna nos fala que a energia não se dissipa ou desaparece. A mesma energia espiritual de liberdade retorna todos os anos na noite de Pêssach.

O tempo é como uma roda girando. A liberdade que se tornou disponível há 3.000 anos atrás no Egito volta de novo exatamente nessa data. Os eventos não passam por nós como um trem numa linha de mão única. Nós nos movemos através da roda do tempo enquanto ela gira, revisitando os mesmos momentos a cada ano. A única coisa que muda são as “decorações externas” que nos dá a ilusão de um novo ano e de uma vida diferente.

Que possamos acordar e enxergar como o nosso ego colocou a cortina sobre os olhos do mundo, um mundo preso ao materialismo que nos dá gratificação imediata juntamente com dor e sofrimento no longo prazo. Nós simplesmente falhamos em ligar os pontos. Não nos damos conta de que todo caos, qualquer que seja ele, pode ser conectado ao passado em alguma ação que praticamos que estava enraizada no nosso ego.

Por que não ligamos os pontos? Por que não enxergamos a ordem subjacente e a conexão com a consciência humana?

Porque nossa escravidão nos cega.

Que possamos todos atingir a liberdade verdadeira esse ano e que todas as pessoas de todas as nações possam experimentar a Luz curadora do Criador de tal forma que a paz venha para nós eternamente.





Billy Phillips 




Fonte: Estudantes de Kabbalah
http://wp.me/p32BQd-gB
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

quarta-feira, 26 de março de 2014

A SIMPLICIDADE DO PARAÍSO

Os opostos se repelem na espiritualidade. Se Deus responde às nossas orações, Deus é a causa e nossa felicidade é o efeito. Os opostos se repelem, e portanto Deus não pode responder às nossas orações diretamente. Não iria funcionar. É por isso que as orações ficam sem resposta. Em vez disso, Deus nos dá dons, habilidades, talentos e sabedoria para que possamos nos tornar a causa e responder às orações de outras pessoas. E assim podemos ser a causa e ficamos idênticos a Deus. Assim, nos conectamos a Deus e, automaticamente, a Luz brilha em nossa vida e respostas às nossas próprias orações chegam – mas desta vez não somos o efeito.

Normalmente, a resposta vem através de alguém, quando damos a essa pessoa a oportunidade de se tornar a causa das orações de uma outra pessoa.

É brilhante e simples.

Agora, se as pessoas e as nações soubessem que essa era a forma como o mundo funciona, ao invés de lutar para tirar as coisas dos outros, estaríamos correndo por aí tentando nos tornar a resposta das orações de outras pessoas.

Imagine só, apenas imagine, se os países pensassem e se comportassem da mesma maneira.

(...)

Quando chegarmos a esse estado, todos nós alcançaremos a imortalidade e o paraíso, porque aí sim seremos todos a causa – e não há mais efeitos para criar espaço entre nós e a Luz de Deus.

Assim, como Rav Berg ensina, fazemos isso por ganância iluminada, e não por moral ou ética.

Toda a ideia é que ninguém na terra desista de nada ou abra mão de nada.

Pelo contrário, todos nós saímos ganhando.

Esse é o grande segredo que nos foi escondido por milhares de anos.

Somente o ego, o Satan, nos convence de que é melhor pegar do que dar.

Somente o ego nos diz que fazendo isso, acabamos com menos e que não há nenhuma força chamada Deus esperando para revelar sua infinita Luz e o paraíso, uma vez que nos tornamos a causa.

Somente o ego inflama medo dentro de nós para que falhemos ao encontrar a verdade sobre como nos preencher e realizar os nossos próprios sonhos.

Quem é que sabia que por ser a causa da realização dos sonhos de uma outra pessoa, eu inevitavelmente me tornaria a causa da realização dos meus próprios sonhos?

Os kabalistas sempre souberam.

Ouvimos a voz negativa do Satan, do ego, e vivemos a vida fazendo o oposto para encontrarmos nossa própria paz e a imortalidade.

E nós morremos a cada geração por causa disso.

Imagine se começarmos a viver a vida sendo a causa, ao invés de sermos o efeito .

Imagine só.


Billy Phillps




Fonte: Estudantes de Kabbalah
http://estudantesdekabbalah.com/2014/03/16/a-simplicidade-do-paraiso/
Fonte da Gravura: http://www.morguefile.com/

domingo, 9 de março de 2014

SOBRE A VIDA

Aqui estão as doses de sabedoria tão profundas e intensas quanto simples, curtas e doces. Esta é a sabedoria das eras, a mais antiga sabedoria na Terra, a sabedoria que não apenas nos dá conhecimento, mas também eleva a alma e nossa consciência, o que nos faz mais puros, limpos, iluminados e profundamente contentes.

1. Deus não nos pune. Nunca. Nós é que nos punimos ao repetir o mesmo comportamento que nos levou até um lugar de caos. Toda e qualquer ação nossa é um bumerangue. No final das contas, a repercussão de uma ação retorna até nós. De forma prática, no momento em que aceitarmos que nós – e somente nós – somos a causa de toda essa besteira e caos, podemos causar uma solução. Se somos vítimas, permanecemos de mãos atadas para resolver nossos problemas.

2. O maior conflito na terra não é entre religiões, entre nações ou entre inimigos de qualquer tipo. O maior conflito é entre nosso ego e a verdade. De forma prática, isso significa que quando alguém nos diz algo que não gostamos e reagimos com raiva, descrença ou qualquer reação negativa, há uma grande chance de isso ser a verdade. Se alguém nos diz algo e NÃO é verdade, não reagimos e essa opinião não importa. É assim que funciona.

3. Você sabe que possui a verdade quando ela inclui todas as verdades dos outros. Você possui mentiras quando você acredita que você – e somente você – possui toda a verdade. De forma prática, crie espaço para as opiniões e visões dos seus amigos e inimigos. Especialmente quando essas visões te chateiam até o último fio de cabelo.





Billy Phillips



Fonte: ESTUDANTES DE KABBALAH
http://wp.me/p32BQd-g0
Fonte da Gravura: http://www.morguefile.com/

segunda-feira, 3 de março de 2014

ALGUMAS VERDADES NUAS E CRUAS

O que é vazio, inútil e temporário tem muito valor neste mundo. O que é verdadeiro, inestimável e eterno é ridicularizado por aqueles que tentam lucrar com a nossa dor. Mas nós não somos vítimas. Somos constantemente tentados a perseguir tudo o que está vazio, inútil e temporário em prol da satisfação do nosso ego. É preciso quase ter a força de super-homem para correr atrás e aceitar a verdade, e se contentar apenas com as coisas que o dinheiro não pode comprar, pois estas são inestimáveis. Toda vez que fazemos a escolha certa, nós mudamos o mundo. Todas as nossa ações individuais mudam tudo, em todos os momentos. Nós não experimentamos essa mudança profunda porque a todo momento as ações dos outros também estão mudando o mundo. O estado e a condição do nosso mundo é apenas a soma total das escolhas individuais que cada um de nós fazemos.

Imagine tentar se secar ainda imerso no oceano. É impossível. Não importa o quanto você se esforce para se enxugar, a água gruda em você como se fosse sua segunda pele. Estamos em um mar do Oponente, um oceano de ego e interesse próprio implacáveis. Nós não podemos nos libertar do ego e de todos os nossos interesses ocultos. Estão sempre aqui. A chave não é destruir nosso ego. A chave é vê-lo e reconhecê-lo e, em seguida, não reagir a ele. O ego só desaparecerá no final dos tempos. Um peixe não tem ideia de que está nadando na água. Nós não fazemos ideia de que estamos submersos no oponente chamado "Satan" (1). A Kabbalah nos acorda para que possamos enxergar e, dessa forma, não reagir aos impulsos do ego.

Nossas lágrimas abrem os portões do céu. Nossas lágrimas mantém os portões do céu fechados. Como ambas as afirmações podem estar certas? As lágrimas que derramamos em nome de terceiros, essas lágrimas escancaram os portões. As lágrimas que derramamos por nós mesmos, por tudo o que não temos, por tudo que cobiçamos e que pertence aos outros, essas lágrimas mantém os portões do céu fechados. Quando uma massa crítica de seres humanos chorar e rezar em prol dos outros, ao invés de si mesmos, o mundo conhecerá a paz e a humanidade testemunhará o fim absoluto de toda a dor, de todo o sofrimento e da morte.




Billy Phillips




Fonte: Estudantes de Kabbalah
http://estudantesdekabbalah.com/2014/03/01/algumas-verdades-nuas-e-cruas/
Fonte da Gravura: http://www.morguefile.com/



(1) "Satan" não se refere à entidades (diabo, demônio, satanás etc.); apenas é uma palavra que foi deturpada pelas religiões e pelo senso comum. O sentido original e real é "oponente"; tudo que se opõe à luz (ego etc.). (Minha observação)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

A MENTE SOBRE A MATÉRIA ESTÁ AQUI

A mente sobre a material está aqui, agora. Sempre esteve aqui. Sempre tivemos esse poder. Nascemos com ele. A habilidade para alcançar a mente sobre a matéria é tão natural quanto respirar.

Então, qual é o problema?

Nós também nascemos com uma força de consciência chamada "o oponente" ou ego, embutida em nossas próprias células cerebrais. O ego nos diz que a mente e a matéria estão separadas; que há um espaço entre nós e a cadeira à nossa frente. E assim, com o nosso poder inato da mente sobre a matéria, acreditamos naquilo que o nosso ego nos diz, e agora, com esse poder inato da mente sobre a matéria, literalmente, abrimos mão de todo o poder e controle sobre a matéria e sobre o mundo externo em torno de nós. Isso só acontece porque nós acreditamos que a matéria e o mundo exterior são mais poderosos do que a nossa mente! Bom trabalho, ego! Você nos enganou. Você nos iludiu. Você usou o nosso próprio poder contra nós.

Nossa crença de que a matéria é mais poderosa se torna uma profecia auto-realizável, porque a nossa consciência cria essa mesma realidade.

Nós já temos a certeza perfeita. O problema é que temos certeza em nossas dúvidas. Como resultado, nós damos poder a nossas dúvidas e preocupações e elas se tornam a nossa realidade. Portanto, o verdadeiro problema não é uma incapacidade de liberar o poder de nossas mentes. O único problema é o poder do nosso ego de seduzir nossas mentes para a construção de uma realidade que o nosso ego quer, não a realidade que nós queremos.

Nós somos controlados pelo ego e, portanto, temos um mundo fabricado pelo ego humano. 

Há, em essência, três estágios de consciência, que todos nós viemos a este mundo para alcançar:

1. Mente e Matéria

2. Mente sobre a matéria

3. A mente é Matéria.

Mente e matéria é um estado de consciência em que percebemos o espaço entre nossas mentes e o mundo físico que nos rodeia. Nós vemos a mente e o mundo material como entidades distintas e separadas. Dentro deste espaço vêm a escuridão e o caos e eventos aleatórios. Como nós acabamos de aprender, isso ocorre apenas através da influência do ego, que constantemente nos conta esta mentira sobre o mundo exterior ser separado e mais poderoso.

O estágio chamado Mente sobre a Matéria surge quando aprendemos a sabedoria da Kabbalah e usamos as ferramentas kabalísticas para elevar a nossa consciência para fora do reino do ego. Em seguida, nós começamos a experimentar momentos de controle sobre a realidade física. Nós experimentamos um milagre maior ou menor, aqui e ali. Testemunhamos momentos de sincronicidade, que nos revelam uma ordem por trás do caos. Percebemos que nossas mentes podem, muitas vezes, assumir o controle sobre o mundo e sobre os acontecimentos que se desenrolam ao nosso redor. Na verdade, nós reduzimos o ego para reduzir o espaço entre a mente e a matéria. Nós forjamos uma ligação entre a mente e a matéria, nos dando uma pequena medida de controle.

O terceiro estágio, chamado Mente é Matéria, é o estado de consciência que um mestre Kabalista alcançou, um nível que toda a humanidade está destinada a alcançar. Existe zero espaço entre a mente e o mundo físico. Na verdade, a mente é o fabricante do mundo físico e, portanto, há 100% de controle sobre todos os eventos e situações. É por isso que um Kabalista é capaz de ajudar seus alunos a experimentar bênçãos, milagres e maravilhas extraordinários.

Mais uma vez, é o ego que cria a ilusão da Mente e Matéria. Quanto maior o ego, maior o espaço entre os dois.

Podemos alcançar uma medida de mente sobre a matéria em proporção direta com a quantidade de ego que estamos preparados para abrir mão. Entretanto, esteja avisado: Esta não é uma tarefa fácil, pois o ego é a força mais poderosa, dominante e formidável na Terra.

A completa erradicação do ego é a maneira como conseguimos o controle total sobre a realidade física. É quando nossas mentes serão capazes de fabricar um universo de perfeita paz e de paraíso duradouro, uma vez que esse universo se torna livre de todos os egos, eliminando assim todo o espaço entre os nossos pensamentos e a realidade física.

Nós não precisaremos de computadores quânticos. O maior computador quântico no universo é a mente humana, livre de ego. Mas, enquanto nós tivermos o nosso ego no controle, nós estaremos convencidos de que o mundo exterior, incluindo um supercomputador quântico, é a resposta para os nossos problemas e o poder supremo da humanidade.

Quando a revelação aconteceu no Monte Sinai, todo o mundo experimentou o paraíso e existência imortal.

Então o que aconteceu? Onde estão?

Moisés foi para a montanha e não retornou quando os israelitas esperavam que ele retornasse.

Os israelitas estavam convencidos de que um bezerro de ouro, uma tecnologia externa, física, era necessária para se conectar à Luz do Criador, a realidade dos 99%, de onde toda a sabedoria, o conhecimento, as soluções, a felicidade e as bênçãos irradiam.

Os israelitas acreditavam que precisavam construir o Bezerro de Ouro, porque eles viram que na verdade Moisés estava morto!

É isso mesmo!

A força chamada de "Satan" ou O Oponente, foi autorizada a testar a certeza dos israelitas! Os israelitas tinham apenas que demonstrar certeza no Sinai, na existência imortal e no êxtase que estavam experimentando.

O Oponente (ego), em seguida conjurou uma imagem de Moisés morto! Todos os 600.000 israelitas foram testemunhas disso. E porque os israelitas acreditaram no que eles viram, porque eles tinham certeza na ilusão que o Oponente fabricou, eles deram poder para o mundo físico externo, e a morte renasceu no Sinai.

Este foi o nascimento da religião.

Este foi o momento em que nós entregamos todo o controle para o mundo que nos rodeia - um bezerro de ouro, um rabino, um pregador, ou qualquer tipo de religião organizada que iria trabalhar em nosso favor – ao invés de nós alcançarmos nossa própria conexão direta e pessoal com a Luz do Criador, através da nossa própria transformação de caráter.

Durante os últimos dois mil anos, nós temos permitido que o nosso ego governe, e assim, a religião organizada continuou a governar e causar estragos em todo o mundo, apesar dos ensinamentos poderosos de Moisés, Jesus e do profeta Maomé.

Tudo tem sido distorcido. A guerra à qual a Torá, o Novo Testamento e o Corão se referem é na verdade a guerra contra o ego. Mas quando você lê esses textos sagrados de forma literal, você lê que a guerra é contra um inimigo externo. Este é o teste!

Vamos realmente cair na ilusão de que meu inimigo está lá fora? Que o mundo externo pode controlar e afetar a minha vida? Ou vamos passar no teste e perceber que apenas o meu próprio ego precisa ser derrotado e é assim que eu construo uma ponte para o meu vizinho e uma ponte para me dar acesso e controle sobre o mundo ao meu redor.

Então, como vamos conseguir de volta esse poder?

Amar ao Próximo significa espaço zero entre as pessoas.

Amar ao Próximo é o que remove o espaço entre a mente e a matéria.

Derrotar a influência negativa do ego é como nós alcançamos a tecnologia do Amar ao Próximo. É apenas o ego que cria um espaço entre as pessoas.

Espaço entre as pessoas cria espaço entre a mente e a matéria em nossas mentes. E essa é a fonte de todo o caos.

Amar ao Próximo não é um conceito moral. Não é um conceito ético ou algum nobre ideal "espiritual".

É tecnologia. Pura e simples. É a nano tecnologia, é a tecnologia de computação quântica, que nos dá controle absoluto sobre a realidade física, a remoção do caos, da escuridão, da pobreza, da dor, da fome, da poluição, do medo, da preocupação e da falta da perspectiva do mundo material.

Simplesmente através de nossos pensamentos e do poder da consciência humana, podemos transformar o mundo. Mas só quando o ego se vai.

É apenas o nosso ego que nega o poder da consciência e nos torna cínicos e céticos em relação a esta profunda, mas simples verdade.

Essa é uma guerra mortal e quase impossível de ganhar.



(Texto adaptado)




Billy Phillips




Fonte: Estudantes de Kabbalah
http://estudantesdekabbalah.com/2014/02/13/mente-sobre-materia-esta-aqui/
Fonte da Gravura: http://www.imageafter.com/