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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

REFLEXÕES PARA A CONSCIÊNCIA DA ALMA

Aquele que é leal tem a sabedoria de se afastar das situações ou pessoas com fins duvidosos, sem no entanto considerar ninguém como seu inimigo. A tentação por algo menos limpo não terá o poder de levá-lo ao engano. Sua retidão o manterá sempre inalterável nos seus objetivos e ideais puros. Como sua consciência não é condescendente à falsidade, sua tranquilidade permanece constante, seja diante do benefício ou do prejuízo.

Seria utopia ter esperança na beleza? Um jardim sem espinhos em absoluta fruição? Uma comunicação livre de segundas intenções? Quando silêncio e virtudes caracterizam o relacionamento entre duas pessoas, há harmonia. Quando silêncio e virtude vivem juntas em uma pessoa, há perfeição. Perfeição é algo possível. (Anthea Church)

Se palavras ofensivas foram trocadas, por que não ver tal situação como uma chance para checar quais aspectos do nosso caráter precisam ser mudados? Dessa forma podemos transformar qualquer coisa numa lição construtiva. Nunca deveríamos pensar que aprendemos o suficiente e que podemos parar. Deveríamos ser gratos pelas críticas e conselhos das pessoas. Isso nos mantém alertas, nos dá a oportunidade de colocar nossa verdade na prática.

Quanto mais humildade você tiver, mais sucesso obterá. Quanto mais você se curvar, mais o mundo se curvará a você. Curvar-se significa reivindicar bençãos de todos. Aquele que tem a especialidade da humildade sempre lembrará da expressão: 'Você primeiro!' Renunciar ao louvor do seu nome e personalidade não é se rebaixar, mas tornar-se elevado. Vista a armadura da humildade e você estará seguro em qualquer luta contra a falsidade.




Brahma Kumaris






Fonte: www.bkumaris.org.br
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

quinta-feira, 14 de julho de 2016

REFLEXÕES PARA A CONSCIÊNCIA DA ALMA

As pessoas ensinam com a cabeça, Deus ensina com o coração. Ele refresca o intelecto e nos liberta de pensar demais. Seu amor nos fortalece e nos capacita a tornar insignificantes as situações difíceis. Aqueles que aprendem com Deus desenvolvem a sensibilidade de entender o real significado por trás de cada situação. Eles entendem com o coração e aceitam com a mente. Um problema do tamanho de uma montanha torna-se tão minúsculo como uma semente de mostarda. Quando tornamos Deus nosso professor, removemos a palavra dificuldade do nosso dicionário.

Por um minuto, tente interromper o que está fazendo. Tire uma fotografia da sua mente e verifique que tipo de pensamento ela estava criando: útil, inútil, positivo ou negativo. Pensamentos úteis são aqueles necessários para viver. Os inúteis vêm fora de hora ou, como preocupações gratuitas, costumam ser repetitivos. Os positivos sempre trazem benefício a você e ao mundo. Os negativos são os causadores de tristeza. Revelada a foto, escolha um pensamento elevado e estabilize-se neles.

Estamos sempre envolvidos com muitas coisas. Parecemos bolinha de fliperama, para lá e para cá. Às vezes marcando pontos, outras vezes caindo no buraco. Enquanto fazemos, esquecemos de ser. Quando deixamos de ser, o que fazemos perde a força. Então nos sentimos desanimados porque as coisas não acontecem do jeito que pensamos e no tempo que queremos. Parar para rever prioridades e papéis é sinal de sensatez. Assim deixamos de ser a bolinha e passamos a ser o jogador em pleno domínio do jogo. (Ken O'Donnell)

Olhar espiritual significa olhar através das janelas dos olhos na consciência de que eu sou um ser pacífico, puro e imortal chamado de alma. Com essa consciência sou capaz de me relacionar com a Fonte Suprema de paz, amor e felicidade constante. Enquanto olhando para os outros, eu olho para o centro da testa e lembro que é a alma - uma centelha de luz – que está ali. Este é o olhar fraterno.





Brahma Kumaris






Fonte: www.bkumaris.org.br
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

domingo, 7 de fevereiro de 2016

REFLEXÕES PARA A CONSCIÊNCIA DA ALMA

A religião natural da natureza é o ritmo de equilíbrio e ordem. Seus padrões e leis deveriam sustentar nossas vidas. Porém, de forma desrespeitosa, a interferência humana está produzindo desordem. O respeito pela natureza não deveria apenas vir do medo das consequências de não a tratarmos com respeito, mas da humildade que os seres humanos precisam para entender e aplicar. Humildade é a abertura para aprender. Ela nos torna flexíveis e sem-ego. Ela nos faz entender que há leis maiores do que as leis feitas pelo homem. É bom admitir que não sabemos tudo – ainda há coisas para descobrir. Não podemos nos apropriar da Terra, do mar e do céu. Eles são nossos quando os respeitamos.

Para fortalecer e aumentar o respeito a si e aos outros é preciso ressaltar o significado do respeito por Deus. Não aquele conceito tradicional de Deus associado ao medo, punição e culpa que separou a humanidade Dele, mas um Deus que é o doador divino, o coordenador da harmonia espiritual, aquele que eternamente mantem os valores espirituais da vida humana. Não um manipulador mas aquele que facilita a distribuição desses valores a todos aqueles que - com honestidade e respeito por seus companheiros - desejam ser e fazer o que é correto.

Praticar a força de vontade é escolher os traços positivos dentro de nós para superar hábitos indesejáveis. Quando assimilamos boas qualidades e fortalecemos aquelas que já temos fica fácil ajustar nossas vidas. Mas como podemos fazer isso? Esforçando-se conscientemente para ficar mais calmo e racional e fazer decisões ponderadas ao invés de decisões impulsivas e emocionais. Para esse esforço é preciso força de vontade. Quando desenvolvemos o hábito de olhar para nossos pensamentos e emoções - e identificar porque eles vêm - gradualmente desenvolvemos a habilidade para controlá-los. (BK Satyanarayana, The Power of Detachment, The World Renewal, 2009)

As pessoas ensinam com a cabeça, Deus ensina com o coração. Ele refresca o intelecto e nos liberta de pensar demais. Seu amor nos fortalece e nos capacita a tornar insignificantes as situações difíceis. Aqueles que aprendem com Deus desenvolvem a sensibilidade de entender o real significado por trás de cada situação. Eles entendem com o coração e aceitam com a mente. Um problema do tamanho de uma montanha torna-se tão minúsculo como uma semente de mostarda. Quando tornamos Deus nosso professor, removemos a palavra dificuldade do nosso dicionário.

O mundo está repleto de maravilhas! Mas a maior de todas elas é a mente humana. O esboço de tudo que as pessoas constroem é primeiro formado na mente para depois tomar uma forma concreta. História, ciência, negócio, cultura e comércio, na verdade, todo o conhecimento e os sistemas do mundo são a projeção e a realização de pensamentos nascidos na mente. Se ao concentrar-se na matéria a mente pode trazer tais maravilhas e alcançar tais poderes físicos, o que então ela não pode atingir ao se concentrar em si mesmo e no Supremo!




Brahma Kumaris






Fonte: www.bkumaris.org.br
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

domingo, 21 de dezembro de 2014

PODER DA ALMA - APRENDER - FAÇA AGORA

O mundo precisa de uma bomba átmica e não de mais bombas atômicas. O poder da alma (atma) é imenso. E os pensamentos (a energia da alma), quando focados e preenchidos com poder espiritual, podem criar grande impacto no mundo. Esse impacto tem o poder de acender a consciência e elevar outros. Hoje, imagine o poder da alma como uma bomba átmica.

O objetivo do surfista não é chegar na praia mas desfrutar a onda. Estar ali de prontidão, atento ao humor do mar. Seja a onda violenta, desafiadora e imprevisível. Seja a onda perfeita em sua forma, seu tamanho e força. Aprender a enfrentar o risco de cair para aprender a vencer. Quando a mente expressa tal agilidade em responder à face dura e suave da vida ela percebe que tudo acontece para fazê-la crescer. Ator-herói é aquele que valoriza mais o andar do que o chegar.

Se não faço meu trabalho hoje, haverá mais o que fazer amanhã e dessa forma as coisas podem ficar fora do meu controle. Priorize as tarefas e faça uma após a outra. Não podemos lidar com tudo ao mesmo tempo. Um melhor planejamento faz mais em menos tempo e dessa forma a eficiência e a eficácia aumentam milhões de vezes. Faça o trabalho antes que ele se torne urgente. Faça as coisas certas agora mesmo. Você se tornará mais leve e livre de tensão. (BK Pius, Delay is danger, World Renewal, February, 2003)




Brahma Kumaris





Fonte: www.bkumaris.org.br
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

OLHE COM INTENSIDADE

A mim parece que aprender é assustadoramente difícil, como ouvir também é. Nós realmente nunca ouvimos coisa alguma porque nossa mente não está livre; nossos ouvidos estão entupidos com aquelas coisas que já conhecemos, assim ouvir se torna extraordinariamente difícil. Eu acho, ou melhor, é um fato que se a pessoa puder ouvir uma coisa com todo o seu ser, com vigor, com vitalidade, então o próprio ato de ouvir é um fator de liberação, mas infelizmente você nunca ouve, como você nunca aprendeu sobre isto. Afinal, você só aprende quando entrega todo o seu ser a alguma coisa. Quando você entrega todo o seu ser à matemática, você aprende; mas quando está em estado de contradição, quando não quer aprender mas é forçado a aprender, aí isso se torna meramente um processo de acumulação. Aprender é como um romance com inúmeros personagens; ele requer sua total atenção, não atenção contraditória. Se você quiser aprender a respeito de uma folha – uma folha da primavera ou uma do outono – deve realmente olhar para ela, ver sua simetria, a textura, a qualidade da folha viva. Existe beleza, existe vigor, existe vitalidade numa única folha. Assim, para aprender sobre a folha, a flor, a nuvem, o pôr do sol, ou um ser humano, você deve olhar com toda intensidade.




J. Krishnamurti





Fonte: The Book of Life
http://www.jkrishnamurti.org/pt
Fonte da Gravura: http://www.good-will.ch/postcards_es.html

terça-feira, 7 de outubro de 2014

QUANDO APRENDER É POSSÍVEL?

A palavra “aprender” tem grande significado. Existem dois tipos de aprendizagem. Para a maioria de nós aprender significa o acúmulo de conhecimento, de experiência, de tecnologia, de uma habilidade, de uma língua. Existe também aprendizagem psicológica, aprender pela experiência, ou as experiências imediatas de vida, que deixam certo resíduo, de tradição, de raça, de sociedade. Existem estes dois tipos de aprendizagem de como encontrar a vida: psicológico e fisiológico; habilidade externa e habilidade interna. Não existe realmente linha de demarcação entre os dois; eles se sobrepõem. Nós não estamos considerando, no momento, a habilidade que aprendemos pela prática, o conhecimento tecnológico que adquirimos pelo estudo. Estamos interessados na aprendizagem psicológica que adquirimos através dos séculos ou herdamos como tradição, como conhecimento, como experiência. Isto nós chamamos de aprender, mas eu questiono se é de fato aprender. Não estou falando de aprender uma habilidade, uma língua, uma técnica, mas estou perguntando se a mente aprende psicologicamente. Ela aprendeu, e com o que aprendeu encontra os desafios da vida. Ela está sempre traduzindo a vida ou o novo desafio com o que aprendeu. É isso que estamos fazendo. Isso é aprender? Aprender não implica uma coisa nova, uma coisa que eu não sei e estou aprendendo? Se eu fico apenas adicionando ao que já aprendi, não é mais aprender.

Inquirir e aprender é a função da mente. Por aprender não estou querendo dizer o simples cultivo da memória ou a acumulação de conhecimento, mas a capacidade de pensar claramente e sensatamente sem ilusões, começar com fatos e não com crenças e ideais. Não há aprendizagem se o pensamento se origina de conclusões. Meramente adquirir informação e conhecimento não é aprender. Aprender implica o amor de compreender e o amor de fazer uma coisa por ela mesma. Aprender só é possível quando não há coerção de nenhum tipo. E a coerção assume muitas formas, não é? Existe coerção pela influência, pelo apego ou ameaça, pelo encorajamento persuasivo, ou formas sutis de recompensa. Muitas pessoas consideram que a aprendizagem é encorajada pela comparação, ao passo que o contrário é o fato. Comparação gera frustração e simplesmente encoraja a inveja, o que é chamado de competição. Como outras formas de persuasão, a comparação impede a aprendizagem e gera medo.




J. Krishnamurti




Fonte: The Book of Life
http://www.jkrishnamurti.org/pt
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

sábado, 22 de fevereiro de 2014

O CONHECIMENTO ADMITE A AUTORIDADE

Não existe movimento de aprender quando há aquisição de conhecimento; os dois são incompatíveis, são contraditórios. O movimento de aprender implica um estado em que a mente não tem experiência anterior acumulada como conhecimento. O conhecimento é adquirido, ao passo que aprender é um movimento constante que não é processo aditivo ou aquisitivo; portanto, o movimento de aprender implica um estado no qual a mente não tem autoridade. Todo conhecimento admite autoridade, e uma mente que se defende na autoridade do conhecimento não pode aprender. A mente só pode aprender quando o processo aditivo cessou completamente. É bem difícil para a maioria de nós diferenciar entre aprender e adquirir conhecimento. Através da experiência, da leitura, de ouvir, a mente acumula conhecimento; é um processo aquisitivo, um processo de adicionar ao que já se sabe, e desta base de conhecimento nós funcionamos. Ora, o que nós geralmente chamamos aprender é este mesmo processo de adquirir nova informação e adicioná-la ao depósito de conhecimento que já temos. Mas estou falando de algo inteiramente diferente. Por aprender não quero dizer adicionar ao que você já sabe. Você só pode aprender quando não existe apego ao passado como conhecimento, ou seja, quando você vê alguma coisa nova e não traduz em termos do conhecido. A mente que está aprendendo é uma mente inocente, ao passo que a mente que está meramente adquirindo conhecimento é velha, estagnada, corrompida pelo passado. Uma mente inocente percebe instantaneamente, está aprendendo todo o tempo sem acumular, e só essa mente é madura.




J. Krishnamurti




Fonte: The Book of Life
http://www.jkrishnamurti.org/pt
Fonte da Gravura: http://www.imageafter.com/

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

MAIS UM POUCO

Quando estiveres à beira da explosão na cólera, cala-te mais um pouco e o silêncio nos poupará enormes desgostos.
*
Quando fores tentado a examinar as consciências alheias, guarda os princípios do respeito e da fraternidade mais um pouco e a benevolência nos livrará de muitas complicações.
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Quando o desânimo impuser a paralisação de tuas forças na tarefa a que foste chamado, prossegue agindo no dever que te cabe, exercitando a resistência mais um pouco e a obra realizada ser-nos-á bênção de luz.
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Quando a revolta espicaçar-te o coração, usa a humildade e o entendimento mais um pouco e não sofreremos o remorso de haver ferido corações que devemos proteger e considerar.
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Quando a lição oferecer dificuldades à tua mente, compelindo-te à desistência do progresso individual, aplica-te ao problema ou ao ensinamento mais um pouco e a solução será clara resposta à nossa expectativa.
*
Quando o trabalho te parecer monótono e inexpressivo, guarda fidelidade aos compromissos assumidos mais um pouco e o estímulo voltará ao nosso campo de ação.
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Em qualquer dificuldade ou impedimento, não te esqueças de usar um pouco mais de paciência, amor, renúncia e boa vontade, em favor de teu próprio bem-estar.
*
O segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte do aprender, imaginar, esperar e fazer mais um pouco.



André Luiz/Francisco Cândido Xavier



Fonte: do livro "Apostilas da Vida"
Fonte da Gravura: www.imageafter.com

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

MAIS A DESCOBRIR

Uma das minhas histórias favoritas é sobre um aluno que viajou o mundo para encontrar e aprender com um grande sábio. Ao encontrar-se com seu mestre, o aluno imediatamente começou a lhe falar de todas as crenças que havia adquirido em sua jornada. Enquanto o professor escutava atentamente, serviu ao aluno uma xícara de chá. O aluno deu uma pausa longa o suficiente no que estava dizendo para perceber que a xícara já estava cheia, e que ainda assim o professor continuava despejando o líquido.

“Mestre, minha xícara está cheia. Por que o senhor ainda está servindo o chá?” perguntou o aluno.

“Você é bem parecido com essa xícara”, disse o sábio. “Tão cheio de conhecimento, que há pouco espaço para o crescimento”.

O aluno tinha acabado de receber sua primeira lição do seu professor: o começo da sabedoria é saber que você não sabe.

Esse ensinamento é especialmente importante para aqueles de nós que estão no caminho espiritual. Depois de alguns anos de dedicação aos estudos, geralmente achamos que aprendemos a verdade. Significa este ensinamento, na realidade, que logo aprenderemos a verdade real: existe sempre mais a aprender. Afinal de contas, se tivéssemos aprendido tudo que existe para aprender – ou até mesmo aprendido o suficiente – por que ainda teríamos perguntas, problemas e caos em nossas vidas?

Existe uma fonte espiritual que contém todas as soluções e respostas que buscamos na vida, e elas se tornam mais acessíveis através do entendimento de que não sabemos nem uma parte do quanto pensamos saber. Infelizmente, quando achamos que entendemos mais do que é verdade, limitamos as dádivas inerentes a essa fonte. Ela só começa a revelar sua abundância para nós quando compreendemos que não sabemos nem uma parte do que achamos saber.

Acreditamos que entendemos a Bíblia, a ciência, nosso cônjuge, nossos amigos, nossos filhos – mas na verdade, tem muito mais a ser conhecido. Sempre mais a ser descoberto.

Somos todos como o aluno, cuja xícara estava muito cheia com seus próprios pensamentos, ideias e crenças. Quanto mais abrirmos mão, tanto mais conseguiremos nos abrir para entender verdades ainda mais grandiosas.

Ao reconhecer que não sabemos, nos abrimos para aprender muito mais.




Rav Yehuda Berg




Fonte: Centro de Cabala
www.kabbalah.com
Fonte da Gravura: www.imageafter.com