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terça-feira, 28 de novembro de 2023

TUDO DEPENDE DA MANEIRA DE COMO REALIZAR O TRABALHO


Fazei o vosso trabalho espiritual e deixai que esse trabalho abone a vosso favor junto das outras pessoas. O vosso trabalho é que falará por vós. É preciso continuar até ao fim, morrer de pé, mas nunca renunciar ao trabalho. Não é desonroso cair, a única honra consiste em morrer fiel ao seu posto, tal como um comandante no seu navio. Já que se terá de morrer um dia, é preferível morrer como deve ser! É necessário sacrificar tudo ao trabalho, e o trabalho dar-vos-á o resto; se ele for bem feito, até a glória poderá vir. Eis algo que ainda não foi compreendido. Todos os que procuram unicamente o lucro ou a glória, sem se preocuparem com a maneira como realizarão o seu trabalho, encontrarão decepções. Só tereis a verdadeira riqueza e a verdadeira glória se fizerdes honestamente o vosso trabalho com a luz.


Omraam Mikhaël Aïvanhov



Fonte: www.prosveta.com
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

ORA ET LABORA - TRABALHO E ORAÇÃO


O trabalho e a oração eram para os Padres e Madres do Deserto o caminho para alcançar a oração incessante: “Aquele que acompanha sua oração com as suas obrigações e as suas obrigações com a oração, reza incessantemente. Só assim é possível cumprir o mandato de rezar sempre. Consiste em observar a existência cristã como uma única grande oração. O que costumamos chamar de oração é apenas uma parte disso.” (Orígenes, “Tratado sobre a Oração”)

É importante lembrar que, tanto no deserto egípcio quanto nos mosteiros, os monges eram completamente autossuficientes: os monges e as monjas cultivavam seus alimentos, cuidavam de suas construções e da saúde e bem-estar de seus irmãos e irmãs e a comunidade que os cercava. Os Padres e Madres do Deserto também trabalhavam para se sustentar; faziam cordas, teciam tapetes e cestos e faziam sandálias que depois vendiam no mercado para comprar as necessidades da vida. Alguns trabalhavam como diaristas no fértil vale do Nilo ou no processo de tecelagem de linho. Até os convidados, depois de uma semana de carência, tinham que trabalhar. Eles desaprovavam aqueles que usavam a oração como desculpa para não trabalhar.

Alguns monges vieram ver o abade Lucius e disseram: “Não trabalhamos com as mãos; obedecemos à ordem de Paulo de orar incessantemente”. O velho perguntou-lhes: "Vocês não comem nem dormem?" Eles responderam: "Sim, nós o fazemos". Ele disse: "Quem ora por vocês enquanto dormem? Com licença irmãos, mas vocês não praticam o que dizem. Eu vou mostrar-lhes como eu rezo sem parar, mesmo que eu trabalhe com minhas mãos: Com a ajuda de Deus, pego algumas palmas e me sento para tecê-las, dizendo: 'Com sua imensa bondade, tem misericórdia de mim, ó Deus; perdoe minhas ofensas com sua infinita misericórdia.'" Ele lhes perguntou: "Isto é oração ou não?" Eles responderam: "Sim, é". E ele continuou: "Quando trabalho e oro em meu coração por um dia inteiro, eu ganho cerca de 16 pences. Dois deles eu deixo do lado de fora da minha porta e com o resto compro comida. Aquele que encontra os dois pences do lado de fora da minha porta reza por mim enquanto eu como e durmo. E assim, com a ajuda de Deus, rezo incessantemente."

Neste mundo moderno, todos podemos combinar trabalho e oração através da meditação, o que de fato leva à oração incessante: "Normalmente começamos recitando o mantra, mas à medida que avançamos descobrimos que é preciso menos esforço para perseverar em repeti-lo ao longo do tempo da nossa meditação. Então, parece que não estamos tanto pronunciando o mantra em nossas mentes, mas deixando que ele ressoe em nossos corações. É neste momento que nossa meditação realmente começa: em vez de dizer ou deixar o mantra ressoar, começamos a escutá-lo a cada momento com uma atenção cada vez mais profunda." (John Main, “Uma Palavra Silenciada”)

A partir desse momento, mesmo fora do nosso tempo de meditação, estamos conscientes do mantra que está ressoando em nosso ser, independentemente do que estamos fazendo. No trabalho, quando o silêncio cai de repente, ouvimos nosso mantra ressoando por todo o nosso ser; quando acordamos à noite, lá está ele. É a nossa âncora no meio das tempestades da vida.



Kim Nataraja




Fonte: WCCM Espanha - Comunidad Mundial para la Meditación Cristiana
Traducido por WCCM España
http://wccm.es/
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

O TRABALHO DOS SÁBIOS


O tipo de trabalho que os sábios fazem, pode parecer ser o mesmo que o realizado por uma pessoa comum. Embora na aparência isso possa ser o mesmo, o resultado será diferente para ambos. O trabalho feito por uma pessoa imprudente é sempre acompanhado por um sentimento, por sua parte, de que ele ou ela está fazendo o trabalho para seu próprio benefício. Este tipo de trabalho é misturado com o ego; o sentimento de benefício egoísta também levará a problemas e tristeza. O tipo de trabalho que um homem sábio faz sempre carrega um sentimento que o torna idêntico ao aspecto divino; ele está ciente de que está fazendo em nome e para o bem de Deus. Ele pensa que Deus está realmente fazendo o trabalho, e que ele é apenas um instrumento. Isso sempre dará um bom resultado e concederá satisfação a todos. (Chuvas de Verão em Brindavan, 1977, Capítulo 10)




Sathya Sai Baba





Fonte: http://www.sathyasai.org.br/
Fonte da Gravura: https://www.sathyasai.org.br/vedas

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

REENCARNAÇÕES NA TERRA: AJUSTES E TRABALHO

Há tantas pessoas que se agarram desesperadamente à vida, porque ignoram que esta não termina com aquilo a que se convencionou chamar a morte. Elas são mesmo capazes de cometer todos os crimes para subsistir. Mas, deste modo, contraem consequências cármicas que terão de ajustar numa próxima encarnação. O discípulo de uma Escola Iniciática tem outra filosofia. Por vezes, ele diz para si próprio: «Viver na Terra é penoso! Estamos limitados, somos achincalhados, violentados, atormentados, esmagados.» Mas ele também sabe que está aqui para fazer um trabalho e reparar os seus erros do passado. Então, aceita as circunstâncias, pensando que, quando tiver terminado esse trabalho, poderá viver livre, no espaço e na luz. É esta a verdade que os espiritualistas conhecem. Por isso, embora saibam que a verdadeira vida não é aqui, eles estão convencidos de que têm algo a fazer na Terra. Enquanto não tiverem regularizado tudo, enquanto não tiverem terminado o trabalho que o Céu lhes atribuiu, o resto é-lhes indiferente. Eles não se questionam se preferem viver ou morrer, querem apenas terminar o seu trabalho. Mas, logo que ele termina, com que alegria eles vão embora, porque sabem que não vale a pena ficar agarrado à Terra.




Omraam Mikhaël Aïvanhov





Fonte: www.prosveta.com
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

sábado, 20 de fevereiro de 2016

NECESSIDADE DO TRABALHO

Questões 679 a 681 - Necessidade do Trabalho

Respostas dos guias espirituais para Allan Kardec em O Livro dos Espíritos.


679. O homem que possui bens suficientes para garantirem a sua subsistência estará isento da lei do trabalho?

"Do trabalho material, talvez, mas não da obrigação de se tornar útil, de acordo com suas possibilidades, nem do dever de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que também é trabalho. Embora o homem a quem Deus concedeu a posse de bens suficientes para assegurar sua existência não seja obrigado a alimentar-se com o suor do seu rosto, a obrigação de ser útil aos seus semelhantes é tanto maior para ele quanto maior tenha sido a cota de tempo livre que lhe coube adiantadamente para fazer o bem."


680. Não há homens que se encontram impossibilitados de trabalhar no que quer que seja e cuja existência é inútil?

"Deus é justo e só condena aquele que voluntariamente tornou inútil a sua existência, pois esse vive à custa do trabalho dos outros. Ele quer que cada um seja útil, de acordo com as suas faculdades." (ver questão 643*)


681. A lei da Natureza impõe aos filhos a obrigação de trabalharem para seus pais?

"Certamente, assim como os pais devem trabalhar para seus filhos. Foi por isso que Deus fez do amor filial e do amor paterno um sentimento natural, a fim de que, por essa afeição recíproca, os membros de uma mesma família fossem levados a se ajudarem mutuamente. Isto é ignorado com muita frequência na vossa sociedade atual." (ver questão 205**)


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*643. Haverá quem, pela sua posição, não tenha possibilidade de fazer o bem?

“Não há quem não possa fazer o bem. Somente o egoísta nunca encontra ensejo de o praticar. Basta que se esteja em relações com outros homens para que se tenha ocasião de fazer o bem, e não há dia da existência que não ofereça, a quem não se ache cego pelo egoísmo, oportunidade de praticá-lo. Porque, fazer o bem não consiste, para o homem, apenas em ser caridoso, mas em ser útil, na medida do possível, todas as vezes que o seu concurso venha a ser necessário.”


**205. A algumas pessoas a doutrina da reencarnação se afigura destruidora dos laços de família, por fazê-los recuar a existências anteriores à existência atual.

“Ela os distende; não os destrói. Fundando-se o parentesco em afeições anteriores, menos precários são os laços existentes entre os membros de uma mesma família. Essa doutrina amplia os deveres da fraternidade, porquanto, no vosso vizinho, ou no vosso servo, pode achar-se um Espírito a quem tenhais estado presos pelos laços da consanguinidade.”

a) - Ela, no entanto, diminui a importância que alguns dão à genealogia, visto que qualquer um pode ter tido por pai um Espírito que haja pertencido a outra raça, ou que haja vivido em condição muito diversa.

“É exato; mas essa importância assenta no orgulho. Os títulos, a categoria social, a riqueza, eis o que esses tais veneram nos seus antepassados. Um, que se envergonharia de contar ser parente de um honrado sapateiro, orgulhar-se-ia de descender de um gentil-homem devasso. Digam, porém, o que disserem, ou façam o que fizerem, não mudarão as coisas sejam como elas são, que não foi consultando-lhes a vaidade que Deus formulou as leis da Natureza.”




Allan Kardec





Fonte: O Livro dos Espíritos. 76. ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1995.
Fonte da Gravura: Acervo de autoria pessoal

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

EVITEMOS DA SÍNDROME DO “COITADINHO”

O problema da pobreza é muito diverso e complexo. Talvez o ser pobre significa ter falta de segurança e estabilidade, portanto não é só uma questão de carência de dinheiro. O mundo atual tem alguns vencedores e muitos perdedores. Os pobres se encaixam na categoria dos perdedores, daqueles que não podem surfar na onda de mudança e que, de certa forma, são esmagados por ela.

A palavra “pobre” deriva do latim pauper, radicado em paucus (pouco). No conceito original, “pobre” não era o deserdado, mas o terreno agrícola ou gado que não produzia o suficiente. Sob outro ponto de vista, entre alguns grupos, especificamente os religiosos, a pobreza é considerada como necessária e desejável, e deve ser aceita para alcançar um certo nível espiritual, moral ou intelectual.

Nesse aspecto, o papa Francisco assevera que a Igreja deve articular com a verdade e também com o testemunho da pobreza. Não é possível que um fiel fale de pobreza e dos sem teto e leve uma vida de faraó. Na Igreja há alguns que, ao invés de servir, de pensar nos demais, se servem da Igreja. São os arrivistas, os apegados ao dinheiro. Quantos padres e bispos deste tipo já vimos? É triste dizer, não? Pronunciei o pontífice ao jornal holandês “Straatnieuws”, de Utrecht.

A pobreza é considerada como um elemento essencial de renúncia por budistas e jainistas enquanto que para o catolicismo romano, como vimos acima, é um princípio evangélico e é assumido como um voto por várias ordens religiosas e é entendida de várias formas. A ordem franciscana, por exemplo, abandona tradicionalmente todas as formas de posse de bens. Neste caso, a pobreza voluntária é normalmente entendida como um benefício para o indivíduo, uma forma de autodisciplina através do qual as pessoas se aproximam de Deus.

O professor de psicologia Elliot Berkman, diretor do Laboratório de Neurociência Social e Afetiva da Universidade do Oregon/EUA, estuda como o cérebro é parte da armadilha da pobreza. As pessoas pobres frequentemente têm  muita motivação para trabalhar duro e ter vários empregos porque colocam o foco na sobrevivência no momento presente ao invés do sucesso de longo prazo. Libertar as pessoas da preocupação da sobrevivência diária é a melhor forma de garantir que eles foquem no futuro. Afiança Berkman.

Para o Espiritismo, a pobreza, tal como a riqueza, nada mais é que uma prova pela qual o Espírito necessita passar, tendo em vista um objetivo mais alto que é o seu progresso. Deus concede, pois, a uns a prova da riqueza, e a outros a da pobreza, para experimentá-los de modos diferentes. A pobreza é, para os que a sofrem, a prova da paciência e da resignação.

Ao que nasce na pobreza é dado aprender o valor do trabalho árduo, resistir às tentações do ganho fácil, descobrir os valores reais do espírito, e não raro se vê entre os pobres as mais dignas demonstrações de solidariedade. Na pobreza aprendemos a nos compadecer dos males alheios fazendo-nos compreendê-los melhor.

É evidente que a desigual repartição de bens materiais, culturais e políticos exclui um vasto número de pessoas deserdadas dos processos de participação e consente a coexistência em formas inumanas de sobrevivência e de insignificante protagonismo social. Por isso mesmo, diante dos deserdados, a nossa primeira e obrigatória ação deve ser a do auxílio.

Mas primeiramente suavizemos o sofrimento dos pobres, abraçando-o fraternalmente, manifestando de tal modo o nosso sentimento de acolhida a fim de estabelecer o laço de confiança essencial e poder ajudá-los. Em seguida, nos informemos a respeito da situação transitória de seu sofrimento. Dessa forma, não cairemos nas armadilhas que consideram o pobre como “coitadinho’, não vendo nele as potencialidades de Espírito imortal e de indivíduo capaz de, com as devidas oportunidades, prover dignamente a própria existência.

Aliás, a síndrome do “coitadinho” é uma das moléstias oportunistas mais comuns da sociedade atual, onde muitos deserdados têm medo de encarar a vida de frente e de cabeça erguida, sendo maduros e responsáveis. A principal característica de uma pessoa que sofre da síndrome do “coitadinho” é colocar-se como “vítima” das circunstâncias, e como tal passa a  ideia de que a culpa de sua pobreza é dos outros. Aliás, os arautos das ideias do socialismo ATEU adoram fazer isso!

Diante dos pobres, procuremos nos informar de suas lutas materiais e verifiquemos se a oferta de trabalho e de orientação espírita não será mais eficaz do que a aviltante doação da esmola em seu favor. Recordando aqui que a esmola dentro da lógica assistencialista é uma ação que atende a deficiência material sem o móvel educativo e que envilece a humanidade do sujeito, adestrando-o à condição da mendicância ou da dependência. Como tal, não atende ao projeto regenerador do Espiritismo para Humanidade.

Não se pode esquecer que a Lei do Trabalho e do Progresso, promulgada em O Livro dos Espíritos, relata justamente a importância de o indivíduo romper com o acomodamento e ultrapassar os obstáculos existenciais, o que inclui buscar sair também da penúria material (pobreza) através de seu esforço.




Jorge Hessen





Fonte: http://aluznamente.com.br/
Fonte da Gravura: Tumblr.com

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O VALOR DO TEMPO



É impressionante o poder que algumas pessoas têm de inverter o valor das coisas. E uma dessas inversões bem marcante é a que se tenta fazer com o valor do tempo.

Algumas apostilas de treinamento para vendedores, administradores, gerentes e outros tipos de profissões, buscam massificar a ideia de que tempo é dinheiro. Buscam incutir na cabeça das pessoas que elas são máquinas de produzir lucros e mais lucros. Cada minuto é importante para cumprir metas estabelecidas visando apenas resultados financeiros.

Esse tipo de treinamento tem ganhado espaço nas empresas que adotam essa filosofia.

Todavia, as pessoas não são máquinas de fazer dinheiro, são seres que sonham conquistar a própria felicidade e esta não está vinculada aos bens materiais, às posses financeiras.

É importante lembrar que os funcionários são gente. São pais, esposos, filhos.

Se perguntássemos a um milionário que acabou de perder um filho quanto vale o sorriso de seu filho, ele certamente responderia que vale todo o dinheiro do mundo mas, infelizmente, descobriu isso tarde demais. Por essa razão, tempo também foi feito para ser gasto com os filhos.

Quanto vale seu casamento? Muitas pessoas só se dão conta da riqueza do casamento depois da separação, quando descobrem que perderam o grande amor da sua vida por causa das muitas horas dedicadas exclusivamente ao trabalho. Por essa outra razão, tempo também serve para ser compartilhado com a pessoa amada.

Quanto vale um amigo verdadeiro? Talvez isso só possa ser aquilatado nos momentos difíceis, quando nos damos conta de que todos se afastaram por causa da nossa cegueira, que só nos permitia usar o tempo para engordar a conta bancária. Por mais essa razão, tempo também existe para ser investido na conquista e manutenção das amizades, que nos garantem um ombro amigo quando dele necessitamos.

O que precisamos avaliar, de fato, é por quais metas estamos lutando. Será que tem valido a pena tanta correria? Tanto cansaço? Tanto estresse?

É importante pensar na conquista da felicidade, sim. Felicidade que nem sempre o dinheiro proporciona.

É importante repensar o valor do tempo.

A autorrealização é uma meta indispensável que pode ser alcançada com a boa utilização do tempo.

Trabalhar é importante e necessário para o progresso geral e individual mas sentir prazer no que faz é essencial.

A maioria das pessoas passa a vida procurando sentir-se importante para ter a sensação do sucesso. Mas sucesso sem qualidade de vida não é sucesso, é ilusão. E qualidade de vida é ter a consciência tranquila por não violar as leis, por não trapacear, por não se corromper nem corromper a ninguém. Qualidade de vida é conviver em harmonia com a família, com os amigos, consigo mesmo.

Se ter abastança financeira fosse garantia de felicidade, pessoas ricas jamais sentiriam tristeza, solidão ou outro desgosto qualquer.

Por isso, vale a pena avaliar com muita atenção essa proposta enganosa de que tempo é dinheiro, que visa a enriquecer os bolsos dos interessados.

Não caiamos nessa armadilha. Usemos o tempo que Deus nos empresta para construir a nossa verdadeira felicidade e a daqueles que nos rodeiam.

A profissão é instrumento de progresso e realização do ser humano. Deve servir para a construção de algo bom e útil em prol da sociedade em que se vive. E nem sempre ganhar dinheiro proporciona essa realização.

O médico sanitarista Oswaldo Cruz não estava preocupado com o contracheque quando travou uma batalha com a febre amarela e descobriu sua vacina.

O compositor Villa Lobos não compôs suas melodias de olho na conta bancária.

E se Albert Einstein tivesse a ilusão de que tempo é dinheiro, jamais teria legado à Humanidade o fruto de suas pesquisas científicas.

Pense nisso e lembre-se sempre: tempo é oportunidade.



Fonte: Redação do Momento Espírita com base no livro "Os donos do futuro", de Roberto Shinyashiki.
http://www.reflexao.com.br/
Fonte da Gravura: https://pixabay.com/pt/photos/rel%c3%b3gio-pular-pressa-2743994/