terça-feira, 3 de junho de 2014

OS SETE CORPOS

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Atualmente, a ciência materialista considera o homem apenas em seu aspecto físico, sem levar em conta a existência dos mundos suprafísicos. Outros creem que somos duais, que temos corpo e alma. Há outros, ainda, que admitem a existência do corpo, da alma e do espírito.

Esses corpos são invisíveis para a maioria dos homens pelo fato de estarem adormecidos os nossos sentidos sutis e elevados, que poderiam servir para demonstrar a realidade das dimensões superiores (e também inferiores) da Natureza e do Cosmo.

Em relação aos mundos suprafísicos, a maioria dos homens se encontra em circunstâncias análogas a de um homem nascido cego neste mundo dos sentidos.

Embora esteja envolvido pela luz e pela cor, é incapaz de aperceber-se delas. Para ele, isso não existe e é algo incompreensível, simplesmente porque lhe faltam os sentidos apropriados que lhe permitiriam perceber tais realidades cósmicas.

Objetos físicos todos nós podemos sentir, ver, apalpar, simplesmente por que temos os sentidos físicos que nos capacitam perceber a realidade tridimensional; mas não outras realidades, porque nossos outros sentidos estão atrofiados/adormecidos.

Assim acontece com a maior parte da humanidade. Sentem e veem objetos e ouvem sons do mundo físico, mas outros reinos e planos que unicamente os clarividentes chamam de “mundo superior” são para esta humanidade tão incompreensíveis como a luz e a cor para os cegos de nascença.

Porém, porque o homem cego não pode ver nem a luz nem a cor, isto não é argumento plausível contra a sua existência e realidade. Tampouco teria lógica o argumento de que pelo fato de a maioria das pessoas não poder ver os mundos suprafísicos é que absolutamente ninguém os possa ver. Se o cego adquirir a visão, verá a luz e a cor.

Caso os sentidos superiores dos que atualmente estão cegos para o mundo suprafísico forem despertados com os meios apropriados, estes também poderão ver tais mundos que presentemente lhes são ocultos.

Um estudo de anatomia, para que seja completo, tem de abarcar em seu conjunto os sete corpos do homem, em toda suas inter-relações.

Através do segundo fator, a magia sexual, teremos de construir os corpos existenciais do Ser, tal como para nascer no mundo físico, para criar nosso corpo físico, é necessária a união sexual; assim também, para a criação dos corpos em outras dimensões será também necessária a energia sexual, pois tudo nasce da união dos opostos, do positivo e do negativo, isto ocorre na criação de todos os Universos, do maior (os Cosmos) até os menores (o Ser Humano é um microcosmos).

Na tabela abaixo, observamos os corpos e percebemos que é necessário um corpo para cada dimensão.


CORPOS – DIMENSÃO – SITUAÇÃO INICIAL

1º – corpo Físico - mundo tridimensional físico - nós o temos, mas está desequilibrado;

2º – corpo Vital - mundo vital - também o temos;

3º – corpo Astral - mundo astral (5ª dimensão) - temos apenas uma forma lunar, temos de construí-lo;

4º – corpo Mental - mundo mental (5ª dimensão) - temos apenas uma forma lunar, temos de construí-lo;

5º – corpo Causal ou da Vontade - mundo causal (6ª dimensão) - não o possuímos, está em embrião;

6º – corpo Búdico ou da Consciência - mundo búdico (6ª dimensão) - já construído, mas pertence ao Íntimo;

7º – corpo Átmico ou Íntimo - 7ª dimensão - já construído, mas pertence ao Íntimo.


Salienta-se que essa divisão não é arbitrária, mas necessária, porque a substância de cada um desses corpos está sujeita à leis que, praticamente, não atuam nos outros. Além disso, a matéria desses corpos varia de densidade, sendo o corpo físico o mais denso de todos.


1º – Corpo Físico

Serve para nos manifestarmos no plano tridimensional, chamado comumente plano denso, que é onde a matéria tem sua completa manifestação. É claro que esse veículo adaptado para a zona física não serve para nos manifestarmos em outros planos (salvo em situações esotéricas muito especiais) onde a matéria é mais sutil. Para essas dimensões necessitamos de um veículo apropriado, com as características indispensáveis e acondicionadas às leis que regem essas dimensões. O Físico é o laboratório, através dele poderemos trabalhar e construir os demais corpos.


2º – Corpo Etérico ou Vital

No organismo humano existe um corpo bioeletromagnético. Este é o corpo vital ou assento vital, chamado também corpo etérico, e no Oriente de Lingam Sharira. É o assento da vida orgânica. Nenhum organismo físico poderia viver sem o corpo vital. Cada átomo do corpo vital penetra dentro de cada átomo do corpo físico para fazê-lo vibrar intensamente.

Ambos os corpos se penetram e compenetram sem, porém, confundir-se. Todos os fenômenos químicos, fisiológicos e biológicos, todo fenômeno de percepção, todo processo metabólico, toda ação das calorias etc., têm sua base no corpo vital. Este tem mais realidade que o físico. Sabemos muito bem que a cada sete anos muda totalmente o físico devido à renovação constante das células.

Ao cabo desse tempo não fica um só átomo antigo em dito corpo. No entanto, o corpo vital não muda. Nele estão contidos todos os átomos da infância, da adolescência, da juventude e ainda da idade adulta e velhice. O corpo físico pertence ao mundo de três dimensões, ao passo que o vital é um corpo da quarta dimensão.

Durante os desdobramentos astrais, o assento vital aproveita para repor no corpo físico as energias perdidas durante o dia. Quando o paciente dorme, o médico se tranquiliza, porque sabe que despertará melhor. Essa recuperação é devida ao assento vital que está realizando seu trabalho. Na verdade, o corpo vital jamais abandona o físico, salvo no último instante da vida.

O corpo vital está constituído de quatro níveis: a) éter químico, b) de vida, c) luminoso e d) refletor.

a ) Éter Químico:

As forças que produzem a assimilação e a excreção trabalham por meio dele. A assimilação é o processo pelo qual os diferentes elementos nutritivos dos alimentos e da respiração se incorporam ao corpo da planta, do animal e do homem. Essas forças não atuam cega e mecanicamente, mas de forma seletiva, realizando assim as suas finalidades, que são o crescimento e a manutenção do corpo.

A excreção é efetuada por forças da mesma índole, por meio das quais são expulsos os materiais contidos nos alimentos que são impróprios para o corpo, ou são expulsos os que já prestaram toda sua utilidade possível e que, portanto, devem ser eliminados do sistema. Esses processos, como todos os demais que são independentes da vontade do homem, são sábios, seletivos e não puramente mecânicos em sua atuação.

b ) Éter de Vida:

Assim como o éter químico é o condutor ou meio de atuação das forças que têm como finalidade a manutenção da forma individual, o éter de vida é o meio de operação das forças que têm como finalidade a manutenção das espécies, a força de propagação. O éter de vida tem polos positivos e negativos.

As forças que trabalham através do polo positivo são as que atuam na fêmea durante o período de gestação, tornando-a assim capaz de efetuar o trabalho ativo e positivo de formar um novo ser. Por outro lado, as forças que trabalham pelo polo negativo do éter de vida tornam o macho capaz de produzir o sêmen.

c ) Éter luminoso:

Este éter é também positivo e negativo e as forças que atuam pelo seu polo positivo são as que geram o calor do corpo dos animais superiores e do homem, as que os convertem em fontes individuais de calor. As forças que atuam pelo polo negativo do éter luminoso são as que operam através dos sentidos manifestando-se como função passiva da visão, audição, tato, olfato e paladar. São também os que constroem os olhos e os conservam.

Nas plantas, as forças que atuam pelo polo positivo do éter luminoso produzem a circulação da seiva. No inverno, quando o éter luminoso não está carregado de luz solar como no verão, a seiva deixa de correr até o estil. As forças que atuam pelo polo negativo do éter luminoso depositam a clorofila – substância verde das plantas – e dão cor às flores.

d) Éter Refletor:

A imagem mental de uma casa, gerada pela mente do arquiteto, pode ser recuperada, tomando-a da memória da Natureza, ainda mesmo depois de falecido o arquiteto. É que todo conhecimento deixa após uma indestrutível imagem neste éter refletor. Assim como as samambaias gigantescas da infância da Terra deixaram sua marca no carvão petrificado, assim como a marcha dos glaciais que podem ser observados pelos sinais que deixam nas rochas… assim são os pensamentos e atos dos homens que ficam gravados indelevelmente pela Natureza no éter refletor, no qual o clarividente treinado pode ler sua história com uma exatidão proporcional à sua habilidade.

O éter refletor é assim denominado por mais uma razão: as recordações ou imagens que nele se encontram são apenas reflexos das memórias da Natureza. A memória propriamente dita da Natureza encontra-se em um reino muito mais elevado. Nenhum clarividente desenvolvido dá importância à leitura deste éter, porquanto as imagens que ele apresenta são obscuras e vagas comparadas com as que encontram nos reinos superiores. Leem neste éter os que geralmente não podem fazer outra coisa ou que na realidade não sabem onde estão lendo.

Em geral, os psicômetras e também os estudantes das escolas ocultistas, nos primeiros passos do caminho do desenvolvimento, observam este éter refletor, mas o seu instrutor sempre os previne da influência deste éter como meio de adquirir informações exatas, evitando assim que venha a tirar conclusões errôneas.

Esse éter é o agente pelo qual o pensamento faz impressão sobre o cérebro humano.

Em determinado ponto do processo iniciático, o estudante aprende a liberar os éteres superiores para viajar com eles longe do corpo físico. Inquestionavelmente, as percepções clarividentes e clariaudientes se intensificam extraordinariamente quando observemos em nosso corpo os dois éteres. Tais éteres permitem ao estudante trazer a seu cérebro físico a totalidade das recordações suprassensíveis.


3º – Corpo Astral ou Corpo de Desejos

Este veículo é um corpo mais sutil que o etérico e nele tem sua vivenda os sentimentos e as emoções. Nas horas de vigília, envolve completamente o corpo denso, tendo a aparência de um ovoide luminoso; quando projetado para fora do corpo físico, assume a mesma forma destes.

Durante o sono normalmente abandonamos temporariamente a parte densa do corpo físico utilizando-nos do corpo astral como veículo. Porém, o homem comum e corrente não é consciente do que lhe sucede no mundo astral enquanto dorme em seu corpo físico. Muitas vezes recorda-se parcialmente e dirá que sonhou.

O homem que deixa o corpo físico pelo exercício de sua vontade, o deixa com plena consciência e conhece por conseguinte tudo que o rodeia no mundo astral. Então, utiliza o corpo astral por veículo, como utiliza o corpo físico, tornando-se capaz de estudar os fenômenos do mundo astral tão claramente como quando em seu corpo de carne e osso estuda os fenômenos do mundo físico.

Diz-se que o homem está desperto no mundo astral quando é capaz de valer-se de seu corpo astral como veículo operante de sua consciência, quando observa e discerne os fenômenos astrais como qualquer um de nós pode observar e discernir os fenômenos do mundo físico.

Nesse corpo existe certo número de centros sensoriais que na maioria das pessoas se encontram em estado latente. Na grande maioria das pessoas esses chacras são simples redemoinhos e não têm qualquer atividade como meio de percepção.

Todavia, é possível despertá-los em todas as pessoas, mas, conforme forem os métodos utilizados, assim serão os resultados. No clarividente involuntário, desenvolvido no sentido negativo e impróprio, esses vórtices de energia giram na direção contrária. No corpo de desejos de um clarividente voluntário, devidamente desenvolvido, giram na mesma direção dos ponteiros do relógio (quando este é apontado para o nosso corpo).

No ser humano comum e corrente, o corpo de desejos é quase completamente desorganizado, sombrio e de natureza lunar, impossibilitando o indivíduo de usufruir de uma série de experiências conscientes.

Num ser completamente desenvolvido, esse corpo é de natureza solar, eletrônica, tendo sido elaborado de forma consciente, através de grandes esforços. Tal corpo lhe possibilitará experiências transcendentais como a saída consciente em corpo astral.


4º – Corpo Mental

Aqueles que supõem que a mente é o cérebro, estão totalmente equivocados. A mente é energética, pode independizar-se da matéria densa, pois é um corpo à parte, constituído de matéria mental. A mente elabora os pensamentos que se expressam por meio de cérebro. Pensamentos, mente e cérebro são três coisas totalmente distintas. Temos de aprender a dominar a mente, submetendo-a à vontade do Ser.

A razão divide a mente entre o batalhar das antíteses; os conceitos antitéticos convertem a mente num campo de batalhas. O processo de racionabilidade extremada rompe as delicadas membranas do corpo mental. O pensamento deve fluir silencioso sereno e integralmente, sem o batalhar das antíteses.

O corpo mental pode viajar através do tempo e do espaço, independentemente do cérebro físico. Neste determinado processo do estudo esotérico, o discípulo aprende a se desdobrar em corpo astral. Já em corpo astral, aprende a abandonar este corpo e a ficar no corpo mental. O corpo mental da raça humana encontra-se até agora na aurora de sua evolução, estando quase completamente desorganizado (corpo mental lunar).


5º – Corpo Causal ou da Vontade

O corpo causal vem a ser o veículo da alma humana. No ser humano comum e corrente, este corpo ainda não está formado, tendo encarnado dentro de si mesmo apenas uma fração da alma humana. Tal fração é denominada Essência; no zen budismo, de “Budhata”.

Podemos e devemos estabelecer diferença entre o seu corpo da vontade de seres humanos comuns e correntes, do tipo lunar, e o corpo da vontade consciente de um mestre. O legítimo corpo da vontade permite ao Adepto realizar ações nascidas da vontade consciente e determinar circunstâncias.

Normalmente, pensamos que temos força de vontade, para realizar tal ou qual coisa ou projeto, porém, na verdade, o que temos é desejo concentrado e, de acordo com esse desejo, efetuamos sacrifícios a fim de lograr, de triunfar.


6º – Corpo Búdico ou da Consciência

Também chamado de “Budhi” ou Alma Divina. É um corpo totalmente radiante que todo ser humano possui, porém, ao qual ainda não está intimamente ligado.


7º – Corpo Átmico ou Íntimo

Chamado também de o Deus Interno, o Real Ser, o Íntimo de cada um.

De forma sintética, podemos ensinar o seguinte: Atman, em si mesmo é o Ser Inefável, o que está além do tempo e da eternidade. Não morre ou se reencarna, é absolutamente perfeito. Atman se desdobra na alma espiritual, esta se desdobrando na alma humana, a alma humana se desdobra na essência e esta se encarna em seus quatro veículos (corpo físico, etérico, astral e mental); se veste com eles.

Devemos trabalhar intensamente para construir ou nos ligar aos Corpos Existenciais do Ser, para podermos ir despertando e vivendo nessas dimensões superiores.






Fonte do texto (adaptado) e da gravura: 
Gnosis Online
http://www.gnosisonline.org/

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A FÁBULA DO REI E SUAS 4 ESPOSAS


Era uma vez um rei que tinha 4 esposas.

Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.

Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos. Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.

Ele também amava sua 2ª esposa. Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.

A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso, ele e o reino. Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.

Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo. Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:

É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?

Então, ele perguntou à 4ª esposa:

Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?

De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás. A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.

Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:

Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?

Não!!!, respondeu a 3ª esposa. A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo. O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.

Ele perguntou então à 2ª esposa:

Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?

Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede!, respondeu a 2ª esposa. O máximo que eu posso fazer é enterrar você! Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez ele ficou arrasado.

Daí, então, uma voz se fez ouvir:

Eu partirei com você e o seguirei por onde você for… O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida…

Com o coração partido, o rei falou:

Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia…



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Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas…

Nossa 4ª esposa é o nosso corpo. Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos…

Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.

Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar…

E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego…

Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não importa aonde formos…

Então…

Cultive…

Fortaleça…

Bendiga…

Enobreça a sua Alma agora!!!

É o maior presente que você pode dar ao mundo… e a si mesmo.

Deixe-a brilhar!!!



Autor não especificado



Fonte do texto: Grupo Mensagens Diárias
http://mensagensdiarias.com.br/a-fabula-do-rei-e-suas-4-esposas/
Fonte da Gravura: https://pixabay.com/pt/photos/xadrez-penhor-rei-jogo-torneio-1483735/

terça-feira, 27 de maio de 2014

PSICOLOGIA DA ALMA (CONSCIÊNCIA - PERSONALIDADE)


O Estudo (logos) da Alma (psique)

Quando se estuda um conceito tão “intangível” como o da Alma, faz-se necessário, para torná-lo acessível à compreensão prática, contrapô-lo com a natureza mais “tangível” do ser humano: a personalidade.

As experiências objetivas (“boas e más”) da personalidade são as ferramentas que temos para aprofundar, através da observação-reflexão, a estrutura subjetiva do experimentado.

Toda expressão pessoal prática, imaginada ou pensada, se é observada e analisada detidamente a partir da impessoalidade, mostra o reflexo de um significado mais profundo, sua verdadeira “razão de ser”.

Nem tudo que brilha é ouro, mas há Ouro.



O que é a Alma em relação à Personalidade?
 
Entendemos que a Alma é a qualidade subjetiva espiritual que condiciona as forças expressivas mais densas da personalidade. 
 
a realidade que chamamos alma é basicamente uma expressão de três tipos de energia vida, amor e inteligência. A tríplice natureza inferior (personalidade) foi preparada para a recepção destas três energias, e o aspecto inteligência se reflete na mente, a natureza amor no corpo emocional de desejos e o princípio vida em e através do corpo etérico ou vital”  *
   
Em todas as relações entre “o novo e o velho” produzem-se fricções, crises, que são o sinal de que esta relação demanda um reconhecimento na consciência e seu consequente reajuste vital.



A Crise (o triunfo de uma derrota)

Entendemos por crise, (frustração, impedimento, excesso, depressão, sintoma, patologia, dificuldade, desilusão, medo, inibição...) como a condição que nega a satisfação da personalidade, mas que no ofuscamento que isto produz está a oportunidade de reconhecer a Alma, a energia superior que esta pedindo, para não dizer exigindo, uma maior presença na Consciência, que é a gestora da realidade cotidiana de referida personalidade.

Não temos que pensar que a crise seja algo sagrado ou necessário, mas que ela é o resultado natural de uma relação dual e que é no campo das experiências que tal crise propõe onde a consciência pode reconhecer que é a perspectiva da Alma e não a perspectiva pessoal que pode unificar tal dualidade.

O período de crise apresenta um problema importante aos aspirantes avançados de hoje, que evoca em consequência o interesse dos psiquiatras e psicólogos. Em vez de tratar da dificuldade como sintoma de progresso, como indicação de uma etapa relativamente elevada na escala evolutiva, e uma razão para se sentir encorajado, é considerada como uma doença da mente e da personalidade. Em lugar de considerá-la como uma condição que merece ser explicada e compreendida, embora não implique em verdadeira preocupação, tenta-se obviar a dificuldade, eliminando-a em vez de solucioná-la, com o que, embora a personalidade possa se aliviar temporariamente, o trabalho da alma fica paralisado e atrasado nesse ciclo particular de vida”. *

A crise é uma condição que obriga a personalidade a um ato de humildade através da “humilhação”. Um ato (atitude) que transmite a correta compreensão que afasta o ego-cristalizado e re-descobre a alegria (não condicionada) do Coração.

Esta Alegria sem condições, não é uma alegria ingênua, porque atrás de si está a compreensão que gera a dor de uma derrota aceita. Esta Alegria é a demonstração de que a personalidade está sendo receptiva à energia da Alma. Dizendo de outra forma, a Alegria que expressa a personalidade é o reflexo externo da responsabilidade que ela (a personalidade) esta exercendo para o chamado da Alma. 

Ser responsável com a verdade da Alma se demonstra como alegria.



Alma - Consciência - Personalidade 
 
A Alma Una Brilha na parte alta deste esquema com luz própria, mas o primordial é focalizar a atenção na parte central do esquema, porque é na Consciência onde reside a parte da Alma Una que incorporamos ao nosso saber, neste ponto os conceitos minha Consciência e minha Alma são sinônimos.

O papel da consciência

A consciência, no ser humano, é o “lugar” onde se realiza a Alma.
 
Na consciência da Alma está o verdadeiro significado e, a palavra ou ato criativo que o expressa. Nela se praticam a atenção, o silêncio, a auto-observação e, o nível de identificação com a experiência. Ela é a vontade-para-o-bem e o tipo de ação que se gera, junto com a reflexão do resultado. Nela está a preocupação e a obtenção da compreensão e, a própria compreensão com a sua consequente sensibilidade e imaginação criadora. Ela é o tema, e também a forma de estruturá-lo para poder entendê-lo e desenvolvê-lo.
  


Expansão lógica gradual

Na consciência da Alma é possível a conquista de outro “lugar” através do “lugar” ocupado. Esta expansão é escalonada ou lógica, porque para alcançar um degrau é preciso ter o pé no mais abaixo, isto é, a nova perspectiva se adquire através da experiência do presente que não esquece nem foge do passado.

Esquecer para tornar a começar, para a psicologia da Alma, é se repetir, uma compulsão que se justifica em uma ingenuidade ou inocência falsa, é uma atitude egoísta que se impõe. Outro tema é o nível de inconsciência de quem o pratica. O novo ponto de vista do que falamos aqui deve ser capaz de destilar o passado, transformando-o em uma ferramenta de compreensão que suporte uma nova atitude.



Não dualidade

Na consciência de Alma, a dualidade interna e externa desaparece. Não existe a intenção de controlar nem de impor o desejo pessoal no mundo exterior, há uma intuição que constata (sabe) que toda atitude deve levar em conta o todo como uma unidade. Vale dizer, com o mesmo Saber que eu me entendo a mim mesmo, também entendo meu ambiente, portanto não há diferença, mas sim um ponto de vista ou um Saber que inclui os dois. Nesta atitude está a regra de ouro, expressa em palavras do Mestre como: “amarás a teu irmão como a ti mesmo”.



Inofensividade

Consciência de Alma é alcançar a inofensividade, porque a relação com o entorno não depende de um eu-egocêntrico com um desejo exclusivo e seu impulso muitas vezes destrutivo-cego, mas sim que depende de um sentido inclusivo, que sugere à personalidade uma atitude moderada no pensar, sentir e falar-atuar. Nesta atitude está a característica principal para o correto serviço.



Serviço

O serviço é o “instinto” da Alma, todo instinto é algo natural, e a consciência de Alma tem como lógica principal ser incluente, e esta lógica, quando a personalidade é receptiva à Alma, é expressa através da responsabilidade. Responsabilidade e lógica incluente neste caso são sinônimos.

A personalidade, quando se torna receptiva à sabedoria da Alma e a Seu silêncio acolhedor, é inspirada para que mostre seus talentos, de forma alegre, livre, altruísta e “com Coração”, ali onde sua responsabilidade (lógica incluente) detecta que deve fazê-lo.

Subir um degrau é dar a mão àquele que nos convida a subir, e o coração agradecido responde oferecendo a outra mão àquele que lhe segue.



David C.M.



do livro “Psicologia Esotérica II”, de Alice Bailey/DK



Fonte do Texto e das Gravuras: 
LOGOS - Grupo de Investigação em Astrologia Esotérica
http://logosastrologiaesotericaport.blogspot.com.br/2014/05/psicologia-da-alma-consciencia.html

sábado, 24 de maio de 2014

A DIMENSÃO ESPIRITUAL E A SAÚDE DA ALMA



As organizações médicas de hoje definem a Saúde como um bem estar físico, psíquico e social – e alguns grupos médicos passaram a incluir o elemento espiritual nessa definição.

Uma das situações mais graves por que passa a humanidade nos dias de hoje é a doença social nos seus múltiplos aspectos. A fome, a violência, a intolerância religiosa, o preconceito social com seus inúmeros matizes e toda sorte de mazelas que, frequentemente, nos colocam uns contra os outros. Se lançássemos mão dos recursos tecnológicos que já dispomos, não teríamos porque conviver com a fome e com inúmeras doenças que já sabemos como nos prevenir e tratar. Ainda não sabemos ser solidários uns com os outros para distribuirmos os recursos necessários para o bem estar de todas as nações e ainda não aprendemos a reconhecer que o Homem é a causa do seu próprio sofrimento.

Quase sempre procuramos encontrar do lado de fora a origem das nossas doenças, sem olhar por dentro e perceber que foram as nossas próprias escolhas que traçaram o rumo que a vida parece nos levar. São poucos os que se empenham em abandonar os pequenos vícios, em ajustar os comportamentos afetivos evitando magoar os familiares mais próximos, e quando mal percebemos estamos às voltas com a úlcera, a hipertensão, a diabete ou as dores reumáticas.


É urgente reconhecermos que todas as doenças, no fundo pertencem à Alma, são produtos da nossa mente antes de se expressarem no corpo físico que as reflete.

Por outro lado, as doenças não podem ser vistas como castigo ou punição. Precisamos descobrir em todas elas uma oportunidade de recomposição das nossas energias espirituais e reconstrução do perispírito que nossa irresponsabilidade permitiu ultrajar.

Todos nós nos posicionamos ansiosos para curar qualquer mal estar que nos afeta. Lamentamos e fazemos mil promessas de renovação diante de uma ou outra doença mais grave. Nos esquecemos, porém, que mais importante que a cura é a iluminação do espírito, seu crescimento diante da dor; avançar espiritualmente é tão importante como sarar as moléstias do corpo. 

As dificuldades com as doenças são provas que nos aprimoram ensinando-nos a superar obstáculos. O aprendizado diante das doenças é extraordinário quando sabemos identificar suas lições. 

Não propomos qualquer atitude de estoicismo para suportar resignadamente as dores que nos afetam. O sofrimento oferece a oportunidade de superação e de autoconhecimento, é essa a lição que está subentendida nas dificuldades que as doenças nos faz percorrer.


A dimensão espiritual

A Espiritualidade pode ser percebida pelo ser humano dentro de dois contextos:

1 - Uma manifestação subjetiva que o faz crer em sua transcendência; 
2 - Uma dimensão objetiva situada além dos limites que seus sentidos sugerem.

Uma avaliação científica destes dois domínios ainda esbarra nos preconceitos religiosos e nas ilusões de teorias pseudocientíficas.

Admitindo um paradigma espiritualista, devemos considerar que o ser humano é uma entidade espiritual, sua Alma é imortal e atua dirigindo toda fisiologia do corpo físico. Esta atuação se exerce através de um corpo intermediário, denominado de corpo espiritual ou perispírito, o qual, estabelece sintonia vibratória com o corpo físico. 

A Alma é livre para transitar pelas dimensões do mundo espiritual mantendo uma ligação mais ou menos parcial com o corpo físico e a morte significa a rotura definitiva desta ligação. 

A Alma desencarnada passa a conviver no mundo espiritual com outros Espíritos que a precederam no desencarne. Por sua vez, os Espíritos desencarnados participam e atuam constantemente em nossas vidas conhecendo e interferindo intimamente em nossos pensamentos e decisões.

A partir destas afirmações, que consideramos fundamentais, podemos enumerar diversos campos de pesquisa que usando metodologia científica podemos investigar:

1 - A psicometria da espiritualidade
2 - As doenças espirituais
3 - As crises psíquicas
4 - Os desdobramentos patológicos
5 - A noção de uma presença




A Espiritualidade

A dimensão espiritual que está implícita na natureza humana é aceita por uns, mas, não por outros. Aquilo que permite alguém ter acesso a esta dimensão poderá não ter nenhum significado para aquele que não admite a sua existência. Cada indivíduo pode ser caracterizado, por sua religiosidade, suas crenças particulares e práticas relativas a sua religião, sem, no entanto,
manterem um vínculo elevado com a espiritualidade.

A vivência espiritual comumente é uma experiência subjetiva, individual, particular, que algumas vezes pode ser compartilhada com os outros. Algumas pessoas experienciam sua espiritualidade como um assunto altamente pessoal e privado, focalizando elementos intangíveis que os suprem de vitalidade e grande significado em suas vidas. Espiritualidade não envolve religião necessariamente.

Cada pessoa define sua espiritualidade particularmente. Ela deve ser vista como um atributo do indivíduo dentro de um conceito complexo e multidimensional. Possivelmente tem alguma coisa a ver com caráter, com personalidade e com cultura.

Para uns, a espiritualidade se manifesta ou é vivenciada em um momento de ganhos materiais prazerosos tão simples como, pisar na relva descalço ou caminhar pela noite solitário, para outros, será um momento de contemplação, de meditação, uma reflexão profunda sobre o sentido da vida, uma sensação de íntima conexão com o que pensa amar ou um contacto psíquico com seres espirituais.


Psicometria da Espiritualidade

Podemos perceber que a espiritualidade se manifesta em três domínios pelos quais poderemos sistematizar sua avaliação com critérios científicos: os domínios da “prática”, das “crenças” e o da própria “experiência espiritual”.

Na “prática”, quando se exercita a contemplação, a meditação, a prece ou uma atividade de culto religioso. Esta participação prática pode ser individual ou em grupo. Pode ser espontânea e informal como a que cada um pode realizar na intimidade do seu lar ou pode seguir os rituais ou a liturgia das casas de oração que as diversas igrejas construíram para o encontro com seus fiéis.

O domínio das “crenças” espirituais varia com a cultura dos povos e inclui a crença na existência de Deus, da Alma, da vida após a morte e da realidade da dimensão espiritual para além do nosso conhecimento sensorial e intelectual. Está ligada à fé de cada um e nenhum outro pode aquilatar a sua extensão.

Por fim, no domínio da “experiência espiritual” há uma série enorme de situações que parecem sugerir “contacto direto” com a espiritualidade. Incluem-se aqui, por exemplo, aquelas vivências rotineiras, representadas pelo encontro íntimo e pessoal que cada um faz com o transcendente e o sagrado. É o diálogo interior que cada um faz com o seu Deus ou com quem o representa. Outras “experiências” incluem aqueles quadros frequentemente mais dramáticos, quase sempre súbitos, acompanhados de forte transformação pessoal que se seguem a um acontecimento psíquico marcante na vida. São casos de envolvimento dramático com acidentes ou situações de alto risco como uma cirurgia cardíaca nas quais o paciente sentiu a ameaça de morte eminente. De maior expressividade ainda, incluem-se , entre outros, os relatos de “experiências de quase morte” (near death experience) e as “projeções fora do corpo físico” (out of body experience) nas quais, o indivíduo transita com sua consciência por outras dimensões, vivenciando a plenitude da vida espiritual . 


A Mediunidade

Podemos afirmar que, em termos de “experiência espiritual”, nada supera a mediunidade. Entre nós, parece que a espiritualidade convive dentro de casa dirigindo cada passo de nossas vidas. Pelos nossos médiuns, os recados do outro lado tem sido tão frequente, que as portas da morte não isolam mais nosso contacto com os que mais amamos. Estamos diante de um “campo de experimentação” extraordinário onde é corriqueira a comprovação da intercomunicação entre nós e o “outro lado da vida”. 


Doenças Espirituais

Assim como a saúde tem a ver com espiritualidade, a doença também tem ligação estreita com ela. Pode-se dizer, na verdade, que toda doença tem uma razão ou uma motivação espiritual. Dentro de um critério que leva em conta a fisio patogenia das doenças, estamos propondo os seguintes grupos de doença que se expressam como decorrentes de processos espirituais:

1 – Doenças espirituais auto-induzidas
a - Desequilíbrio vibratório
b - Auto-obsessão

2 - Doença espirituais compartilhadas
a - Vampirismo 
b - Obsessão

As doenças espirituais auto-induzidas são decorrentes de dois mecanismos fisio patogênicos: A perturbação na sintonia entre o corpo físico e o corpo espiritual, produzindo sintomas decorrentes deste desequilíbrio vibratório e, a criação de ideias-formas, elaboradas pelo psiquismo doentio, que perturbam o indivíduo às custas do domínio que estas ideias fixas provocam.

Nas doenças compartilhadas ocorre a parceria ou a interferência de outra entidade espiritual. No vampirismo, esta outra entidade espiritual usufrui junto de sua vítima, dos prazeres que atitudes viciadas facilitam, como no uso de drogas, do fumo, do álcool, dos excessos alimentares e dos abusos sexuais.

Na obsessão ocorre uma interferência ou um domínio de uma entidade espiritual sobre suas vítimas, devedores ou comparsas.


Crises psíquicas

Em função de alterações, principalmente nas regiões temporais do cérebro, certos pacientes podem manifestar as chamadas crises psíquicas, nas quais eles descrevem vivências subjetivas que tem estreitas ligações com o conteúdo das descrições que os místicos fazem da espiritualidade. Assim é que eles descrevem crises nas quais estão alterados para eles, o tempo, os objetos, a realidade, o pensamento e as sensações. Estas descrições são com frequência superponíveis ao que informam os místicos quando falam sobre sus percepções sobre o tempo, a essência dos objetos e a noção de realidade quando transitam pelas dimensões espirituais.


Desdobramentos patológicos

A narcolepsia é uma condição patológica do sono conhecida há mais de um século pelos neurologistas. Estes pacientes fazem relatos de situações vividas durante o surto de sonolência com descrições ricas dos ambientes que transitam durante estas perturbações. A neurologia clássica costuma rotular estes estados de “alucinações hipnagógicas” sem se deter em examinar mais cuidadosamente a possível “realidade” dos episódios vivenciados durante o sono destes pacientes. Na nossa avaliação eles têm muito a nos ensinar sobre as dimensões que compões a espiritualidade que nos envolve.


A noção de uma presença

Pode-se dizer que é uma constatação corriqueira a possibilidade de se perceber uma outra “presença” perto de nós. Esta sensação é frequentemente vaga, de curta duração e na maioria das vezes não se deixa confirmar.

Situações acidentais ou de doenças tem revelado esta sensações de outra presença com mais intensidade. Assim é que pessoas que se perderam no deserto, em alto mar ou em florestas, tem relatado que num determinado momento se viram como que ajudados por “uma presença” que lhes indicava o melhor caminho a seguir. Na epilepsia, em portadores de foco nos lobos temporais, também é frequente o relato de uma presença que se aproxima, às vezes com a ideia de dar uma proteção, momentos antes de ocorrer a perda da consciência que configura a crise epiléptica.

Creio eu, que a Medicina materialista dos dias de hoje, precisa abrir-se em busca das causas profundas do nosso sofrimento. Nenhum dos recursos da tecnologia será avançado o suficiente para nos esclarecer onde está a justiça que distribui tanta dor para uns e poupa outros. A existência da Alma, sua imortalidade e os fundamentos da reencarnação precisam fazer parte, doravante, dos textos que preparam os médicos para o futuro.





Dr. Nubor Orlando Facure


(espírita, médico, neurocirurgião, professor de medicina, presidente do Instituto do Cérebro em Campinas, um dos maiores estudiosos da mente e do cérebro humano. Como espírita militou com  Chico Xavier  que era seu amigo por cerca de 50 anos, escreveu vários livros, fez inúmeras palestras, hoje escreve em seus sites e blogs, em o Consolador, e colabora com este blog.)




Fonte do Texto e das Gravuras: 
Espiritismo Piracicaba Blogspot - 
Divulgação do Espiritismo
http://espiritismo-piracicaba.blogspot.com/